Derrotado, Obama ameaça Rússia com sanções

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, em um telefonema no domingo, que os EUA rejeitam o resultado do referendo na região ucraniana na Crimeia e alertou que o governo norte-americano está pronto para impor sanções a Moscou; uma apuração completa preliminar dos votos mostrou que 96,77 por cento dos eleitores na região ucraniana da Crimeia votaram a favor da adesão à Rússia

File photo of U.S. President Barack Obama (R) meeting with Russia's President Vladimir Putin in Los Cabos, Mexico, June 18, 2012. Obama cancelled a meeting with Putin planned for next month in Moscow over frustration with Russia's asylum for fugitive inte
File photo of U.S. President Barack Obama (R) meeting with Russia's President Vladimir Putin in Los Cabos, Mexico, June 18, 2012. Obama cancelled a meeting with Putin planned for next month in Moscow over frustration with Russia's asylum for fugitive inte (Foto: Leonardo Attuch)
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WASHINGTON, 17 Mar (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, em um telefonema no domingo, que os EUA rejeitam o resultado do referendo na região ucraniana na Crimeia e alertou que o governo norte-americano está pronto para impor sanções a Moscou devido à crise.

"Ele (Obama) enfatizou que as ações russas violaram a soberania e integridade territorial da Ucrânia e que, em coordenação com nossos parceiros europeus, nós estamos preparados para impor custos adicionais à Rússia por essas ações", disse a Casa Branca em comunicado.

Obama disse a Putin que a crise ainda pode ser resolvida diplomaticamente, mas afirmou que os militares russos precisam primeiro parar as "incursões" na Ucrânia, acrescentou a Casa Branca.

Uma apuração completa preliminar dos votos mostrou que 96,77 por cento dos eleitores na região ucraniana da Crimeia votaram a favor da adesão à Rússia, disse nesta segunda-feira o presidente da comissão do governo regional responsável por supervisionar o referendo.

(Reportagem de Roberta Rampton)

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