Dilma critica ação militar russa na Síria e rejeita diálogo com o EI

"Não é necessariamente através de bombas que se resolve o problema, mas sentando para negociar com todos os que estão presentes", disse; "Óbvio que não tem conversa com o Estado Islâmico, não é com o EI que tem de conversar. Você tem de ser uma tentativa de solução via grandes potências. Dentro da Síria não há só o Estado Islâmico", ressaltou a presidente durante viagem à Suécia

Estocolmo - Suécia, 19/10/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante encontro com o primeiro-ministro da Suécia, Stefan Löfven. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Estocolmo - Suécia, 19/10/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante encontro com o primeiro-ministro da Suécia, Stefan Löfven. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR (Foto: Paulo Emílio)
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247 - A presidente Dilma Rousseff criticou a presença militar da Rússia na Síria e ressaltou ser contra qualquer diálogo com o grupo jihadista Estado Islâmico. Dilma, que está em viagem à Suécia,  afirmou eu as grandes potências  devem buscar po diálogo antes de deflagrarem ações militares  na região.

"Não é necessariamente através de bombas que se resolve o problema, mas sentando para negociar com todos os que estão presentes", disse. "Óbvio que não tem conversa com o Estado Islâmico, não é com o EI que tem de conversar. Você tem de ser uma tentativa de solução via grandes potências. Dentro da Síria não há só o Estado Islâmico", ressaltou.

"Somos radicalmente contra grupos terroristas como o Estado Islâmico e não acreditamos que é uma simples questão de invadir e bombardear um país e tudo estará resolvido. Isso também é o que cerca a intervenção russa. A intervenção russa tem a sua explicação baseada no fato de que é a proteção contra, entre outros, o EI, e tem outros grupos também que tem um componente similar, como a Al Qaeda", observou.

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