Dilma é contra posição de Macri sobre Venezuela

Governo brasileiro sinaliza que não vai apoiar proposta do novo presidente da Argentina, Mauricio Macri, de pedir a suspensão do país de Nicolas Maduro do Mercosul; para Dilma Rousseff, 'os sócios do bloco precisam trabalhar juntos para torná-lo mais robusto e espera que Macri deixe seus próprios interesses de lado para privilegiar o que é melhor para a união aduaneira'; logo após sua vitória nas urnas, o sucessor de Cristina Kirchner disse que solicitará na próxima cúpula que seja aplicada a cláusula democrática contra a Venezuela pela "perseguição aos opositores e à liberdade de expressão"

Governo brasileiro sinaliza que não vai apoiar proposta do novo presidente da Argentina, Mauricio Macri, de pedir a suspensão do país de Nicolas Maduro do Mercosul; para Dilma Rousseff, 'os sócios do bloco precisam trabalhar juntos para torná-lo mais robusto e espera que Macri deixe seus próprios interesses de lado para privilegiar o que é melhor para a união aduaneira'; logo após sua vitória nas urnas, o sucessor de Cristina Kirchner disse que solicitará na próxima cúpula que seja aplicada a cláusula democrática contra a Venezuela pela "perseguição aos opositores e à liberdade de expressão"
Governo brasileiro sinaliza que não vai apoiar proposta do novo presidente da Argentina, Mauricio Macri, de pedir a suspensão do país de Nicolas Maduro do Mercosul; para Dilma Rousseff, 'os sócios do bloco precisam trabalhar juntos para torná-lo mais robusto e espera que Macri deixe seus próprios interesses de lado para privilegiar o que é melhor para a união aduaneira'; logo após sua vitória nas urnas, o sucessor de Cristina Kirchner disse que solicitará na próxima cúpula que seja aplicada a cláusula democrática contra a Venezuela pela "perseguição aos opositores e à liberdade de expressão" (Foto: Roberta Namour)

247 – O governo de Dilma Rousseff sinalizou que não vai apoiar a proposta do novo presidente da Argentina, Mauricio Macri, de pedir a suspensão da Venezuela do Mercosul.

Logo após sua vitória nas urnas, o sucessor de Cristina Kirchner disse que solicitará na próxima cúpula que seja aplicada a cláusula democrática contra a Venezuela pela "perseguição aos opositores e à liberdade de expressão".

Para Dilma Rousseff, os sócios do bloco precisam trabalhar juntos para torná-lo mais robusto e espera que Macri deixe seus próprios interesses de lado para privilegiar o que é melhor para a união aduaneira.

O Paraguai chegou a ser afastado do bloco temporariamente, há cerca de três anos, devido à destituição do então presidente Fernando Lugo pelo Congresso daquele país. A saída de Lugo foi considerada um golpe branco da oposição, que acabou elegendo o atual presidente Horácio Cartes.

Leia aqui reportagem de Elaine Oliveira sobre o assunto.

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