Dilma recebe presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri

Presidenta Dilma Rousseff recebe o presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri; encontro terá terá o formato de uma audiência, pois ele ainda não assumiu o cargo; reunião deverá tratar de assuntos relacionados a integração bilateral, alem de pautas comuns nos planos regional e internacional; após a visita a Brasília, Macri viajará à São Paulo, onde vai se reunir com empresários

Presidenta Dilma Rousseff recebe o presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri; encontro terá terá o formato de uma audiência, pois ele ainda não assumiu o cargo; reunião deverá tratar de assuntos relacionados a integração bilateral, alem de pautas comuns nos planos regional e internacional; após a visita a Brasília, Macri viajará à São Paulo, onde vai se reunir com empresários
Presidenta Dilma Rousseff recebe o presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri; encontro terá terá o formato de uma audiência, pois ele ainda não assumiu o cargo; reunião deverá tratar de assuntos relacionados a integração bilateral, alem de pautas comuns nos planos regional e internacional; após a visita a Brasília, Macri viajará à São Paulo, onde vai se reunir com empresários (Foto: Paulo Emílio)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Mariana Tokarnia, repórter da Agência Brasil - A presidenta Dilma Rousseff recebe hoje (4) o presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri. O encontro, a convite de Dilma, terá o formato de uma audiência, pois o argentino ainda não assumiu o cargo.

Segundo a assessoria de imprensa da Presidência, não há uma pauta específica para ser discutida, a intenção é tratar dos temas da agenda de integração bilateral, bem como de assuntos de interesse comum nos planos regional e internacional. O encontro está marcado para as 10h no Palácio do Planalto. O Brasil será o primeiro destino internacional do presidente eleito da Argentina.

O novo chefe de Estado e de Governo do país vizinho toma posse no próximo dia 10. A viagem ocorre em meio a divergências entre Macri e Dilma em relação à adoção da cláusula democrática contra a Venezuela no âmbito do Mercosul. A cláusula democrática prevê desde a aplicação de sanções comerciais atá a suspensão do país acusado de romper a ordem democrática, mas precisa de consenso para ser aplicada.

Em sua primeira entrevista após a eleição, na semana passada, Macri prometeu invocar a cláusula "pelos abusos que [o governo venezuelano] está cometendo, como a perseguição de opositores e [a suspensão] da liberdade de expressão".

No dia 30 de novembro, durante entrevista em Paris, onde participou da abertura da Conferência do Clima, a COP21, Dilma discordou de Macri sobre posicionamentos a serem tomados no âmbito do Mercosul. Ela disse que não vai apoiar a utilização da cláusula democrática, como pretende o argentino, com o objetivo de retaliar a Venezuela.

Segundo a presidenta, é necessário um fato determinado para que a medida seja adotada no bloco regional que reúne, além dos três países, o Paraguai e o Uruguai. A próxima cúpula de líderes do Mercosul está marcada para o dia 21 de dezembro, na capital paraguaia, Assunção.

Após a visita a Brasília, Macri segue para São Paulo, onde vai se reunir com empresários.

O conhecimento liberta. Saiba mais

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247