Diplomata adverte: “EUA podem lançar Colômbia em guerra contra Venezuela”

Em entrevista ao jornal Últimas Notícia, o embaixador venezuelano, Roy Chaderton, alertou que os Estados Unidos podem lançar a Colômbia em uma guerra contra a Venezuela, sem sacrificar seus soldados; "Os Estados Unidos não são invencíveis, falharam em várias guerras contra inimigos aparentemente fracos. Uma guerra contra a Venezuela seria extremamente dispendiosa, não sei se serão encorajados a realizá-la", afirmou Chaderton

Em entrevista ao jornal Últimas Notícia, o embaixador venezuelano, Roy Chaderton, alertou que os Estados Unidos podem lançar a Colômbia em uma guerra contra a Venezuela, sem sacrificar seus soldados; "Os Estados Unidos não são invencíveis, falharam em várias guerras contra inimigos aparentemente fracos. Uma guerra contra a Venezuela seria extremamente dispendiosa, não sei se serão encorajados a realizá-la", afirmou Chaderton
Em entrevista ao jornal Últimas Notícia, o embaixador venezuelano, Roy Chaderton, alertou que os Estados Unidos podem lançar a Colômbia em uma guerra contra a Venezuela, sem sacrificar seus soldados; "Os Estados Unidos não são invencíveis, falharam em várias guerras contra inimigos aparentemente fracos. Uma guerra contra a Venezuela seria extremamente dispendiosa, não sei se serão encorajados a realizá-la", afirmou Chaderton (Foto: Aquiles Lins)

Do blog Resistência - O embaixador venezuelano, Roy Chaderton, alertou que os Estados Unidos podem lançar a Colômbia em uma guerra contra a Venezuela, sem sacrificar seus soldados.

Em uma entrevista publicada no jornal Últimas Notícias neste domingo (25), o diplomata declarou, no entanto, que seu país tem margem de manobra, apesar da dura campanha dos Estados Unidos, apoiada por “países vassalos” e a oposição nacional, que busca forçar um golpe de Estado.

Chaderton observou que a rejeição de um setor da comunidade internacional às eleições venezuelanas faz parte da ameaça permanente de países vassalos do império, para aumentar o conflito na Venezuela e forçar a derrubada do presidente Maduro.

Relativamente à questão sobre o isolamento do país, Chaderton respondeu que essa ameaça não terá continuidade. Repetiu o que disse muitas vezes: “estamos cercados, mas não isolados, então, manteremos contato com o resto do mundo, temos amigos, alianças, associação com outros países, presidimos o Grupo dos Não Alinhados”.

O diplomata enfatizou que seu país poderia avançar nesse esforço, porque “temos recursos, estamos desempenhando bem a nossa política externa, temos capacidade de resistência e somos herdeiros de um país histórico”.

Contudo, temos um inimigo difícil de enfrentar que são os Estados Unidos, ponderou o jornal Ultimas Notícias.

“Os Estados Unidos não são invencíveis, falharam em várias guerras contra inimigos aparentemente fracos. Uma guerra contra a Venezuela seria extremamente dispendiosa, não sei se serão encorajados a realizá-la. Penso que preferem atacar a Venezuela, e para este ataque não hesitariam em usar até o último soldado colombiano”.

Na véspera, o presidente Nicolás Maduro denunciara que, a partir da Colômbia, são geradas informações falsas e formados grupos paramilitares para promover ações armadas para ameaçar a paz da Venezuela.

Durante o criação do Exercício de Ação Defensiva Multidimensional – Independência 2018, para a execução de ações contra o terrorismo, o presidente Maduro explanou que há informações sobre planos com 150 venezuelanos recrutados e pagos por agentes imperialistas para gerar violência na Venezuela.

O 5 de março é o dia da juramentação desses 150 soldados em Pamplona (Colômbia). “Graças à cooperação dos oficiais do exército colombiano que acreditam na paz, há evidências de quem sejam esses soldados e informações mais estratégicas que divulgaremos nos próximos dias.”, advertiu Maduro.

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