Efeito Trump: México pode importar milho do Brasil e Argentina

México está à procura de um novo fornecedor, depois dos problemas diplomáticos com os Estados Unidos, causados pelas últimas medidas do presidente norte-americano, Donald Trump; nesta semana, o comitê de Relações Exteriores no Congresso do México sinalizou que pretende propor um projeto de lei para suspender a importação de milho dos Estados Unidos e direcionar as compras para o Brasil e a Argentina; consumo interno do país é superior a 38 milhões de toneladas

SERTÃO SANTANA, RS, BRASIL, 10.07.13: Colheita de milho em Sertão Santana. Foto: Pedro Revillion/Palácio Piratini
SERTÃO SANTANA, RS, BRASIL, 10.07.13: Colheita de milho em Sertão Santana. Foto: Pedro Revillion/Palácio Piratini (Foto: Aquiles Lins)

Do Infomoney - A rodada de negócios entre o Brasil e o México foi adiada para 20 de março. A prorrogação do encontro, previsto para o fim deste mês, foi anunciada pelo Ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

A grande expectativa do governo brasileiro com este encontro é a possibilidade de exportar milho para o México. O país está à procura de um novo fornecedor, depois dos problemas diplomáticos com os Estados Unidos, causados pelas últimas medidas do presidente norte-americano, Donald Trump.

Nesta semana, o comitê de Relações Exteriores no Congresso do México sinalizou que pretende propor um projeto de lei para suspender a importação de milho dos Estados Unidos e direcionar as compras para o Brasil e a Argentina.

Hoje, o México é um dos maiores importadores de milho do mundo. Segundo o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os mexicanos devem importar quase 14 milhões de toneladas nesta temporada e o consumo interno do país é superior a 38 milhões de toneladas.

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