Egito proíbe jornal ligado à Irmandade Muçulmana

De acordo com comunicado do Ministério do Interior, a proibição de distribuir o impresso jornal Liberdade e Justiça é consequência da decisão tomada pelo Conselho de Ministros do Egito que, após uma reunião, classificou a Irmandade como terrorista

De acordo com comunicado do Ministério do Interior, a proibição de distribuir o impresso jornal Liberdade e Justiça é consequência da decisão tomada pelo Conselho de Ministros do Egito que, após uma reunião, classificou a Irmandade como terrorista
De acordo com comunicado do Ministério do Interior, a proibição de distribuir o impresso jornal Liberdade e Justiça é consequência da decisão tomada pelo Conselho de Ministros do Egito que, após uma reunião, classificou a Irmandade como terrorista (Foto: Roberta Namour)

Da Agência Lusa
Cairo – As autoridades egípcias proibiram hoje (26) a distribuição do jornal Liberdade e Justiça, publicado pelo braço político da Irmandade Muçulmana, depois que o movimento foi declarado “organização terrorista”.

De acordo com comunicado do Ministério do Interior, a proibição de distribuir o impresso é consequência da decisão tomada ontem (25) pelo Conselho de Ministros do Egito que, após uma reunião, classificou a Irmandade como terrorista.

Pelo texto divulgado hoje, o jornal que começou a ser publicado após a formação do Partido Liberdade e Justiça, em novembro de 2012, “fala em nome” da Irmandade Muçulmana. Autoridades egípcias já começaram a implantar medidas para a suspensão imediata da impressão e distribuição do jornal e apreenderam vários exemplares da edição de hoje.

Além de definir o status da Irmandade Muçulmana como “grupo terrorista”, o governo do Egito acusou o grupo pelo atentado contra instalações da polícia em Mansura que fez 16 mortos e 130 feridos.

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