EI executa supostos espiões e ameaça Grã-Bretanha

O grupo jihadista Estado Islâmico divulgou um novo vídeo no qual um combatente do grupo afirma que o premiê britânico David Cameron é um "imbecil" por desafiar o grupo; o EI ameaçou a Grã-Bretanha, depois de executar, com a ajuda de outros quatro jihadistas, cinco reféns que seriam espiões britânicos, de acordo com informações da organização que monitora o jihadismo, o SITE Intel Group; os supostos espiões aparecem nas imagens ajoelhadas vestidos com uniformes vermelhos, diante de uma fileira de jihadistas mascarados

O grupo jihadista Estado Islâmico divulgou um novo vídeo no qual um combatente do grupo afirma que o premiê britânico David Cameron é um "imbecil" por desafiar o grupo; o EI ameaçou a Grã-Bretanha, depois de executar, com a ajuda de outros quatro jihadistas, cinco reféns que seriam espiões britânicos, de acordo com informações da organização que monitora o jihadismo, o SITE Intel Group; os supostos espiões aparecem nas imagens ajoelhadas vestidos com uniformes vermelhos, diante de uma fileira de jihadistas mascarados
O grupo jihadista Estado Islâmico divulgou um novo vídeo no qual um combatente do grupo afirma que o premiê britânico David Cameron é um "imbecil" por desafiar o grupo; o EI ameaçou a Grã-Bretanha, depois de executar, com a ajuda de outros quatro jihadistas, cinco reféns que seriam espiões britânicos, de acordo com informações da organização que monitora o jihadismo, o SITE Intel Group; os supostos espiões aparecem nas imagens ajoelhadas vestidos com uniformes vermelhos, diante de uma fileira de jihadistas mascarados (Foto: Leonardo Lucena)
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247 - O grupo jihadista Estado Islâmico divulgou um novo vídeo no qual um combatente do grupo afirma que o premiê britânico David Cameron é um "imbecil" por desafiar o grupo. O EI ameaçou a Grã-Bretanha, depois de executar, com a ajuda de outros quatro jihadistas, cinco reféns que seriam espiões britânicos, de acordo com informações deste domingo (3) da organização que monitora o jihadismo, o SITE Intel Group. Os supostos espiões aparecem nas imagens ajoelhadas vestidos com uniformes vermelhos, diante de uma fileira de jihadistas mascarados.

No começo de dezembro, o Parlamento britânico aprovou a participação da força aérea britânica na campanha de bombardeios contra o grupo jihadista na Síria, ao final de um longo e tenso debate. A medida foi defendido por Cameron, que chamou de "simpatizantes de terroristas" os que se opuseram a ela.

Os ataques contra o EI ficaram mais intensos, após o atentado que deixou cerca de 130 mortos e 350 feridos no dia 13 de novembro do ano passado, em Paris, na França. O grupo emitiu nota assumindo a autoria dos ataques. 

"Oito irmãos carregando coletes suicidas e armas automáticas alvejaram áreas no coração da capital francesa que foram especificadamente escolhidas antes: o Stade de France durante uma partida contra a Alemanha na qual o imbecil [sic] François Hollande estaria presente; o Bataclan, onde centenas de idólatras estariam juntos numa festa da perversidade; além de outros alvos no 10º,  no 11º e no 18º arrondissements", disse o texto.

O EI já era alvo da força aérea da Grã-Bretanha no Iraque, como parte da coalizão que une Estados Unidos, França, Rússia e outros países. 
Segundo Cameron, o voto do Parlamento britânico a favor dos ataques aéreos contra EI "é a melhor decisão para preservar a segurança do país". "O Parlamento tomou a melhor decisão para preservar a segurança do país – a ação militar na Síria faz parte de uma estratégia maior", disse eleno Twitter, após a decisão.

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