EI reivindica ataque a igreja na França

Grupo extremista assumiu a autoria do atentado ocorrido em uma igreja em Saint Etienne du Rouvray, no Norte da França; um padre foi morto e dois agressores foram abatidos pelas forças de segurança; segundo o Estado Islâmico, o atentado foi realizado por "dois soldados" da causa; presidente François Hollande condenou o ataque e disse que o país está em guerra contra o terror; "Estamos mais uma vez enfrentando um teste, a ameaça é muito elevada", disse

Grupo extremista assumiu a autoria do atentado ocorrido em uma igreja em Saint Etienne du Rouvray, no Norte da França; um padre foi morto e dois agressores foram abatidos pelas forças de segurança; segundo o Estado Islâmico, o atentado foi realizado por "dois soldados" da causa; presidente François Hollande condenou o ataque e disse que o país está em guerra contra o terror; "Estamos mais uma vez enfrentando um teste, a ameaça é muito elevada", disse
Grupo extremista assumiu a autoria do atentado ocorrido em uma igreja em Saint Etienne du Rouvray, no Norte da França; um padre foi morto e dois agressores foram abatidos pelas forças de segurança; segundo o Estado Islâmico, o atentado foi realizado por "dois soldados" da causa; presidente François Hollande condenou o ataque e disse que o país está em guerra contra o terror; "Estamos mais uma vez enfrentando um teste, a ameaça é muito elevada", disse (Foto: Paulo Emílio)

Agência Brasil, com informaçõers da Ansa - O Estado Islâmico reivindicou o ataque ocorrido na manhã de hoje (26) em uma igreja em Saint Etienne du Rouvray, no Norte da França. Um padre morto e dois agressores morreram no atentado. A informação foi divulgada pela agência de notícias Amaq – considerada a representação oficial do grupo terrorista na mídia. Segundo o Estado Islâmico, o atentado foi realizado por "dois soldados" da causa.

O presidente da França, François Hollande, condenou o ataque nesta manhã. Ele já havia atribuído a ação ao Estado Islâmico.

"Estamos mais uma vez enfrentando um teste, a ameaça é muito elevada", disse ao acrescentar que se trata "de uma guerra para ser conduzida por todas as frentes, no âmbito do respeito aos direitos". "Os terroristas querem nos dividir", completou.

Durante visita ao local, o presidente francês ainda expressou aos familiares das vítimas e a todos os católicos do país a solidariedade e a compaixão do governo.

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