Em Davos, China diz que é imperativo respeitar a soberania nacional

O vice-presidente chinês, Wang Qishan, pediu nesta quarta-feira (22) em Davos, que os países trabalhem juntos para configurar a arquitetura global na época da quarta revolução industrial com o objetivo de criar um futuro melhor para toda a humanidade; enfatizou que é imperativo respeitar a soberania nacional

Em Davos, China diz que é imperativo respeitar a soberania nacional
Em Davos, China diz que é imperativo respeitar a soberania nacional (Foto: World Economic Forum / Walter Duerst)

247, com Xinhua - O vice-presidente chinês, Wang Qishan, pediu nesta quarta-feira (22) em Davos, que os países trabalhem juntos para configurar a arquitetura global na época da quarta revolução industrial com o objetivo de criar um futuro melhor para toda a humanidade.

Em seu discurso pronunciado na reunião anual do Fórum Econômico Mundial, Wang destacou que é imperativo respeitar a soberania nacional e abster-se de procurar a hegemonia tecnológica e de interferir nos assuntos internos de outros países.

Ele pediu esforços para defender o multilateralismo e construir conjuntamente um sistema de regras para a tecnologia e um novo marco de cooperação internacional caracterizado pela paz, segurança, democracia, transparência, abrangência e benefício mútuo, a fim de que todas as pessoas possam se beneficiar da inovação tecnológica.

Ao assinalar que as novas tecnologias trazem oportunidades e também geram riscos e desafios, Wang disse que os países precisam defender a segurança de toda a humanidade, melhorar o ambiente político e promover a prosperidade e a estabilidade sociais.

"Temos de explorar a adoção de regras e padrões relacionados de maneira gradual, enquanto deixamos um amplo espaço para o descobrimento científico e inovação tecnológica, assim como para sua disseminação e aplicação."

Wang também fez apelospor uma acomodação equilibrada entre os interesses de todos os países, em especial os dos mercados emergentes e os países em desenvolvimento.

"Não se pode pedir ao mundo inteiro que atenda só as inquietações de segurança e cumpra só com os padrões dos países desenvolvidos ou de países individuais", salientou.

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