Em encontro com Putin, Bashar Assad diz que potências ocidentais se opõem ao processo de paz

O presidente sírio, Bashar al Assad, acusou algumas potências ocidentais de obstruir as negociações de paz entre o governo e setores da oposição

Os presidentes da Síria e da Rússia se reúnem em Moscou
Os presidentes da Síria e da Rússia se reúnem em Moscou (Foto: Presidência síria)
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247 - O presidente sírio, Bashar al Assad, acusou algumas das potências ocidentais de obstruir as negociações de paz entre o governo e setores da oposição para fornecer uma solução pacífica para o conflito sírio.

O líder sírio denunciou que alguns países, incluindo os EUA, impuseram sanções contra o povo sírio, que podem ser classificadas como anti-humanas, informa a Telesul.

“(...) Gostaria de sublinhar que os processos políticos que conduzimos estão paralisados ​​há cerca de três anos”, disse o presidente sírio durante encontro na capital russa com o seu homólogo Vladimir Putin.

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Bashar al Assad indicou que certos países ocidentais obstruem de forma destrutiva as reuniões e diálogos para a realização de processos políticos no país, sem mencionar nenhum país específico.

Na opinião do presidente russo, Vladimir Putin, o principal problema na Síria é a presença "em certos territórios do país" de forças estrangeiras que não têm a correspondente autorização da ONU ou de Damasco.

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Segundo Vladimir Putin, esta situação é claramente contrária ao direito internacional "e não permite que o governo sírio se consolide e avance para a reconstrução do país ao ritmo que seria possível se todo o território estivesse sob o controle do presidente Bashar al Assad.

Putin elogiou os esforços de Bashar Al Assad para melhorar o diálogo com seus oponentes políticos, observando que "somente a consolidação de todas as forças na Síria permitirá que o país se levante e comece um desenvolvimento progressivo, avançando".

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O presidente russo destacou que Bashar Al Assad controla 90 por cento do território sírio e que junto com as forças russas conseguiu desferir um forte golpe contra os terroristas.

“Infelizmente, ainda existem bolsões de resistência dos terroristas, que não só controlam parte do território, mas também continuam a aterrorizar a população civil”, acrescentou o presidente russo.

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