Em vídeo de apoio a Lula, deputada portuguesa diz que não provas contra ele

Deputada da Assembleia da República em Portugal, Isabel Moreira, do Partido Socialista (PS), disse, em vídeo, que não existem provas contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que reforça o caráter político da sua perseguição; “Faz sentido para aqueles que querem manter o golpe em ação, que querem destruir o Brasil social e que querem que a retirada de direitos seja o programa político; portanto a candidatura do Lula seria um processo terrível para aqueles que nunca perdoaram que um operário tenha chegado à presidência da república", diz

isabel moreira, deputada portuguesa
isabel moreira, deputada portuguesa (Foto: Paulo Emílio)

Por Miguel do Rosário no CafezinhoDepoimento em apoio a Lula, a democracia brasileira, e à luta contra o golpe de Isabel Moreira, deputada da Assembleia da República em Portugal, do Partido Socialista (PS) – que integra o atual governo de Portugal, com o primeiro ministro Antônio Costa.

 

 

Texto e vídeo de Bruno Falci, correspondente do Cafezinho em Portugal

Nascida no Rio de Janeiro, a deputada, que também é jurista (mestra em Direito Constitucional), afirma, no vídeo abaixo, seu apoio à democracia brasileira e diz que esteve mobilizando as ruas desde a época do golpe de Estado, contra a presidenta Dilma Rousseff.

 

Ela também fala do processo de aprofundamento do golpe desde que Michel Temer assumiu o poder e vem implodindo a democracia brasileira, com a retirada de direitos e fortalecendo a expectativa dos “saudosos da ditadura militar”, que participaram do golpe.

A deputada estudou o processo judicial contra Lula e diz não existir provas contra ele, reforçando que a condenação é política. “Faz sentido para aqueles que querem manter o golpe em ação, que querem destruir o Brasil social e que querem que a retirada de direitos seja o programa político; portanto a candidatura do Lula seria um processo terrível para aqueles que nunca perdoaram que um operário tenha chegado à presidência da república.”

Conclui falando que assistiram chocados, em Portugal, ao assassinato da vereadora Marielle Franco e que não deixarão calar sua voz, além de pedir para continuarmos na luta contra o golpe de Estado no Brasil.

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