Embaixador nos EUA: com crise, isenção de visto é mais difícil

Segundo o embaixador do Brasil em Washington, Sérgio Amaral, que foi ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), com a crise, mais pessoas tentam ir para os EUA trabalhar e mais vistos são negados, aumentando a taxa de rejeição do país; "Se antes já era difícil conseguir a isenção de vistos, agora essa dificuldade é maior", disse

Segundo o embaixador do Brasil em Washington, Sérgio Amaral, que foi ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), com a crise, mais pessoas tentam ir para os EUA trabalhar e mais vistos são negados, aumentando a taxa de rejeição do país; "Se antes já era difícil conseguir a isenção de vistos, agora essa dificuldade é maior", disse
Segundo o embaixador do Brasil em Washington, Sérgio Amaral, que foi ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), com a crise, mais pessoas tentam ir para os EUA trabalhar e mais vistos são negados, aumentando a taxa de rejeição do país; "Se antes já era difícil conseguir a isenção de vistos, agora essa dificuldade é maior", disse (Foto: Roberta Namour)

247 - Indicado pelo presidente interino, Michel Temer, para assumir a Embaixada do Brasil em Washington, Sérgio Amaral diz que o Brasil está hoje mais distante de fechar um acordo de isenção de vistos com os EUA por causa da crise econômica.

"Se antes já era difícil conseguir a isenção de vistos, agora essa dificuldade é maior", disse ele, em entrevista à “Folha de S. Paulo”.

Segundo o embaixador, que foi ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio no governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), com a crise, mais pessoas tentam ir para os EUA trabalhar e mais vistos são negados, aumentando a taxa de rejeição do país.

Questionado sobre a possibilidade de acordo de eliminação de bitributação entre os dois países, também foi taxativo: “Vai depender do empenho que os ministros das áreas —Fazenda aqui e Finanças lá— tiverem para avançar neste assunto. No momento em que o Brasil tem uma grande preocupação fiscal, é mais difícil ele abrir mão da receita que vem da atividade das empresas americanas no Brasil”, disse – leia aqui.

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