Enfermeiro alemão condenado por 2 homicídios é suspeito de mais 84 mortes

Enfermeiro alemão preso por ter matado dois pacientes é suspeito de ter assassinado ao menos outras 84 pessoas, informou a polícia nesta segunda-feira; se condenado, o homem identificado como Niels H., terá sido um dos maiores assassinos em série da Alemanha; investigadores descobriram os casos adicionais de assassinato depois de exumarem os corpos de 134 pessoas ligadas ao ex-enfermeiro, disse a polícia

Enfermeiro alemão preso por ter matado dois pacientes é suspeito de ter assassinado ao menos outras 84 pessoas, informou a polícia nesta segunda-feira; se condenado, o homem identificado como Niels H., terá sido um dos maiores assassinos em série da Alemanha; investigadores descobriram os casos adicionais de assassinato depois de exumarem os corpos de 134 pessoas ligadas ao ex-enfermeiro, disse a polícia
Enfermeiro alemão preso por ter matado dois pacientes é suspeito de ter assassinado ao menos outras 84 pessoas, informou a polícia nesta segunda-feira; se condenado, o homem identificado como Niels H., terá sido um dos maiores assassinos em série da Alemanha; investigadores descobriram os casos adicionais de assassinato depois de exumarem os corpos de 134 pessoas ligadas ao ex-enfermeiro, disse a polícia (Foto: Paulo Emílio)
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Reuters - Um enfermeiro alemão preso por ter matado dois pacientes é suspeito de ter assassinado ao menos outras 84 pessoas, informou a polícia nesta segunda-feira.

Se condenado, o homem identificado somente como Niels H., como determinam as regras de reportagem no país, terá sido um dos maiores assassinos em série da Alemanha.

Em audiências anteriores, ele admitiu ter injetado drogas fatais deliberadamente em pacientes de duas clínicas do norte do país e de ter tentado ressuscitá-los depois para bancar o herói, disse a emissora alemã NDR.

O homem, hoje com 40 anos, foi condenado em Oldenburg, cidade do norte alemão, por duas acusações de tentativa de assassinato e duas de assassinato em 2015.

Investigadores descobriram os casos adicionais de assassinato depois de exumarem os corpos de 134 pessoas ligadas ao ex-enfermeiro, disse a polícia.

O chefe de polícia de Oldenburg, Johann Kuehme, disse a jornalistas que o número de vítimas pode ser ainda maior, já que alguns dos mortos foram cremados, de acordo com a NDR.

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