Entidades judaico-brasileiras condenam violações dos direitos humanos por Israel

Quatro entidades judaico-brasileiras assinaram uma nota condenando o que consideram "graves violações aos direitos humanos que tiveram lugar em Israel nos últimos dias, tais como a decisão de expulsar os refugiados africanos que buscaram refúgio em Israel, a prisão da jovem ativista palestina Ahed Tamimi e a pena de Morte para terroristas"

Quatro entidades judaico-brasileiras assinaram uma nota condenando o que consideram "graves violações aos direitos humanos que tiveram lugar em Israel nos últimos dias, tais como a decisão de expulsar os refugiados africanos que buscaram refúgio em Israel, a prisão da jovem ativista palestina Ahed Tamimi e a pena de Morte para terroristas"
Quatro entidades judaico-brasileiras assinaram uma nota condenando o que consideram "graves violações aos direitos humanos que tiveram lugar em Israel nos últimos dias, tais como a decisão de expulsar os refugiados africanos que buscaram refúgio em Israel, a prisão da jovem ativista palestina Ahed Tamimi e a pena de Morte para terroristas" (Foto: Paulo Emílio)

247 - Quatro entidades judaico-brasileiras assinaram uma nota condenando o que consideram "graves violações aos direitos humanos que tiveram lugar em Israel nos últimos dias, tais como a decisão de expulsar os refugiados africanos que buscaram refúgio em Israel, a prisão da jovem ativista palestina Ahed Tamimi e a pena de Morte para terroristas".

Na nota, representantes da J-Amlat, Amigos Brasileiros do Paz Agora, Meretz Brasil e ASA - Associação Scholem Aleichem de Cultura e Recreação-RJ, destacam que "os refugiados buscaram um lugar para salvar suas vidas. Muitos deles poderão ser presos e sofrerem risco de vida se retornarem para seus países de origem", além de condenarem a prisão de Ahed Tamimi, que foi presa pelas forças de segurança de Israel e a a implentação da pena de, "inaceitável em qualquer país civilizado porque além de imoral não permite a reparação de um erro judicial e vai contra os princípios do judaísmo laico e religioso".

Veja a íntegra da nota.

Diante dos graves violações aos direitos humanos que tiveram lugar em Israel nos últimos dias, tais como a decisão de expulsar os refugiados africanos que buscaram refúgio em Israel, a prisão da jovem ativista palestina Ahed Tamimi e a pena de Morte para terroristas, nós membros da J-Amlat, Amigos Brasileiros do Paz Agora, Meretz Brasil e ASA - Associação Scholem Aleichem de Cultura e Recreação-RJ, vimos a público declarar que:

Os refugiados buscaram um lugar para salvar suas vidas. Muitos deles poderão ser presos e sofrerem risco de vida se retornarem para seus países de origem. A prisão de Ahed Tamimi que se junta a outras centenas de crianças palestinas não teve o mesmo tratamento que recebem os colonos que jogam pedras contra os soldados, os agridem fisicamente e vandalizam equipamentos militares. Sem mencionar os ataques físicos e ameaças de morte contra ativistas israelenses que tentam proteger propriedades palestinas. Apoiamos o movimento Omdim Beyahad em sua campanha "não se prende uma jovem de 16 anos, não se envia uma jovem de 16 anos para uma situação limite".

Nossa solidariedade com a advogada Gaby Lasky em sua defesa incessante por justiça e os direitos humanos.

A pena de Morte é inaceitável em qualquer país civilizado porque além de imoral não permite a reparação de um erro judicial e vai contra os princípios do judaísmo laico e religioso.

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