Enviado dos EUA rejeita 'solução de dois Estados' para conflito israelo-palestino

O representante Especial Americano para Negociações Internacionais, Jason Greenblatt, pediu que se descartasse o uso do termo "solução de dois Estados" nas discussões dedicadas à resolução do conflito israelo-palestino, argumentando que cada uma das partes "vê [o termo] de forma diferentes; o enviado norte-americano rebateu mais rumores do que chamou de "Acordo do Século", como conceder parte do Sinai egípcio a Gaza, e pediu a todos que esperem até que o texto seja divulgado

Enviado dos EUA rejeita 'solução de dois Estados' para conflito israelo-palestino
Enviado dos EUA rejeita 'solução de dois Estados' para conflito israelo-palestino

Em uma entrevista com a Sky News em árabe, o representante Especial Americano para Negociações Internacionais, Jason Greenblatt, pediu que se descartasse o uso do termo "solução de dois Estados" nas discussões dedicadas à resolução do conflito israelo-palestino, argumentando que cada uma das partes "vê [o termo] de forma diferente".

Ele também elogiou o plano desenvolvido pelo governo Trump e pelo genro Jared Kushner há anos, afirmando que ele deve ser divulgado em junho de 2019. Greenblatt observou que tanto israelenses quanto palestinos "ficarão satisfeitos com algumas

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O enviado norte-americano rebateu mais rumores do que chamou de "Acordo do Século", como conceder parte do Sinai egípcio a Gaza, e pediu a todos que esperem até que o texto seja divulgado. Ele também pediu que os palestinos analisassem as propostas antes de rejeitar, uma resposta a declarações anteriores da Autoridade Palestina de que não consideraria as propostas devido a transferência da embaixada dos EUA em Israel para Jerusalém.
Trump transferiu a embaixada dos EUA para Jerusalém em dezembro de 2017, apesar da metade da cidade ser considerada pela ONU um território ocupado por Israel. Tanto Israel quanto a Autoridade Palestina reivindicam Jerusalém como sua capital. A maioria dos Estados tem suas missões diplomáticas em Tel-Aviv, recusando-se a reconhecer a cidade sagrada como a capital indivisível israelense.

A decisão provocou críticas da comunidade internacional e fortes confrontos na fronteira de Gaza com Israel, levando a centenas de mortos e milhares de feridos em ambos os lados.

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