Era Macri já levou mais 4 milhões de argentinos à pobreza

De acordo com pesquisas realizadas por agências de estatística da Argentina, desde dezembro de 2015, quando Mauricio Macri assumiu a presidência, o país registrou mais de quatro milhões de novos pobres; pobreza na capital, Buenos Aires, desde o final do ano passado, subiu de 24,4% para 31,42% em março e, em seguida, para 33,25%

De acordo com pesquisas realizadas por agências de estatística da Argentina, desde dezembro de 2015, quando Mauricio Macri assumiu a presidência, o país registrou mais de quatro milhões de novos pobres; pobreza na capital, Buenos Aires, desde o final do ano passado, subiu de 24,4% para 31,42% em março e, em seguida, para 33,25%
De acordo com pesquisas realizadas por agências de estatística da Argentina, desde dezembro de 2015, quando Mauricio Macri assumiu a presidência, o país registrou mais de quatro milhões de novos pobres; pobreza na capital, Buenos Aires, desde o final do ano passado, subiu de 24,4% para 31,42% em março e, em seguida, para 33,25% (Foto: Paulo Emílio)

Sputnik - De acordo com pesquisas divulgadas hoje (4) por agências de estatística da Argentina, desde dezembro de 2015, quando Mauricio Macri assumiu a presidência, o país registrou mais de quatro milhões de novos pobres.

Também durante esse período foi observado um aumento da indigência, que na maioria dos estudos, como no realizado pelo Centro de Economia Política Argentina (CEPA) junto com o Instituto de Economia Popular (INDEP), subiu de 5 por cento para 7 por cento, segundo relata a TeleSur.

O relatório do CEPA e do INDEP nota que a pobreza na cidade de Buenos Aires, desde o final do ano passado, subiu de 24,4 por cento para 31,42 por cento em março e, em seguida, para a 33,25. Isso, segundo os pesquisadores, significa um aumento de 1,7 milhão de pessoas em situação de pobreza na capital argentina.

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