Especialistas da OMS desembarcam em Wuhan para investigar origens da pandemia

​Ao todo, 13 pesquisadores de países como Rússia, Estados Unidos, Austrália, Alemanha, Japão, Reino Unido, Holanda, Qatar e Vietnã, chegaram à cidade chinesa de Wuhan, onde foram detectados os primeiros casos da Covid-19

Membros da equipe da Organização Mundial da Saúde (OMS) encarregada de investigar as origens da pandemia do coronavírus sentam em um ônibus antes de deixar aeroporto de Wuhan.
Membros da equipe da Organização Mundial da Saúde (OMS) encarregada de investigar as origens da pandemia do coronavírus sentam em um ônibus antes de deixar aeroporto de Wuhan. (Foto: Thomas Peter/Reuters)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Sputnik - Uma equipe de pesquisadores internacionais chegou hoje (14) à cidade chinesa de Wuhan, onde foram detectados os primeiros casos da COVID-19, para conduzir uma investigação sobre as possíveis origens da doença.

O grupo enviado a Wuhan pela Organização Mundial da Saúde (OMS) foi aprovado pelo governo do presidente Xi Jinping após meses de disputas diplomáticas que geraram uma reclamação pública incomum por parte do chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, destaca em reportagem a Associated Press.

Cientistas suspeitam que o novo coronavírus, que já matou quase dois milhões de pessoas desde o final de 2019, tenha contaminado os humanos após contato inadequado com morcegos ou outros animais selvagens, provavelmente na China. No entanto, de acordo com autoridades chinesas, o vírus também poderia ter vindo do exterior.

Ao autorizar os trabalhos dos especialistas estrangeiros no território chinês, Pequim defendeu que outras investigações do tipo deveriam ser realizadas também em outros países. 

​Ao todo, 15 pesquisadores, de países como Rússia, Estados Unidos, Austrália, Alemanha, Japão, Reino Unido, Holanda, Qatar e Vietnã, eram aguardados na China nesta quinta-feira (14), mas dois testaram positivo para o novo coronavírus pouco antes da viagem e tiveram que ficar em Singapura, onde serão submetidos a um novo teste. Os demais, já em Wuhan, passarão por uma quarentena de duas semanas e testes para a COVID-19 realizados por autoridades chinesas. Segundo a AP, eles devem começar a trabalhar por meio de videoconferência durante esse período.

O conhecimento liberta. Saiba mais

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247