EUA dizem não querer guerra contra Coreia do Norte, mas sua 'desnuclearização'

Secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, afirmou que Washington "não tem como objetivo começar uma guerra" com a Coreia do Norte, mas iniciar um processo para conseguir a "completa desnuclearização" da península coreana; "Como deixou claro o secretário de Estado [Rex Tillerson], nosso objetivo não é a guerra, mas a completa, verificável e irreversível desnuclearização da península coreana", disse

Secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, afirmou que Washington "não tem como objetivo começar uma guerra" com a Coreia do Norte, mas iniciar um processo para conseguir a "completa desnuclearização" da península coreana; "Como deixou claro o secretário de Estado [Rex Tillerson], nosso objetivo não é a guerra, mas a completa, verificável e irreversível desnuclearização da península coreana", disse
Secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, afirmou que Washington "não tem como objetivo começar uma guerra" com a Coreia do Norte, mas iniciar um processo para conseguir a "completa desnuclearização" da península coreana; "Como deixou claro o secretário de Estado [Rex Tillerson], nosso objetivo não é a guerra, mas a completa, verificável e irreversível desnuclearização da península coreana", disse (Foto: Paulo Emílio)

Agência Brasil - O secretário de Defesa dos Estados Unidos, James Mattis, afirmou nesta sexta-feira (27) que Washington "não tem como objetivo começar uma guerra" com a Coreia do Norte, mas iniciar um processo para conseguir a "completa desnuclearização" da península coreana. As informações são da EFE.

Mattis fez estas declarações no primeiro dia de sua viagem para a Coreia do Sul, durante visita a um ponto de controle da fronteira e a Zona de Segurança Conjunta, que faz parte da zona desmilitarizada que divide as duas Coreias.

"Como deixou claro o secretário de Estado [Rex Tillerson], nosso objetivo não é a guerra, mas a completa, verificável e irreversível desnuclearização da península coreana", disse o chefe do Pentágono, em declarações divulgadas pela agência de notícias sul-coreana Yonhap.

Mattis também pediu ao regime liderado por Kim Jong-un que pare as provocações que poderiam desencadear "uma catástrofe", durante a sua visita ao posto da fronteira que está localizado a poucos metros do território norte-coreano, onde esteve acompanhado de seu colega sul-coreano, Song Young-moo.

Song, por sua vez, destacou que os mísseis balísticos e as bombas nucleares que a Coreia do Norte testou de forma insistente "são armas que não podem ser usadas", e ameaçou o país vizinho com "represálias da sólida aliança entre Washington e Seul" se continuar com seus testes armamentísticos.

A viagem de Mattis para a Coreia do Sul está focada em discutir como lidar com os desafios da Coreia do Norte junto ao Exército e o governo sul-coreanos e faz parte de uma excursão asiática em que também visitou Filipinas e Tailândia.

Após visitar a Zona de Segurança Conjunta, o secretário americano deve se reunir hoje com o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, segundo o escritório presidencial de Seul.

O encontro servirá como preparação para o encontro entre Moon e o presidente americano Donald Trump, que acontecerá no próximo dia 7 de novembro, em Seul, para abordar a questão da Coreia do Norte, num momento em que a tensão recuou após o silêncio de Pyongyang nas últimas semanas.

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