EUA enviam navio-hospital à Venezuela em novo sinal de envolvimento na crise

Em meio a tensões políticas na Venezuela, os EUA deram mais um sinal de seu envolvimento na crise ao anunciar o envio de um navio hospitalar na região, no mais recente sinal de participação do Pentágono; no ano passado, o navio-hospital militar USNS Comfort ajudou os refugiados venezuelanos e outros países da região durante sua passagem pela Colômbia, Peru, Equador e Honduras

EUA enviam navio-hospital à Venezuela em novo sinal de envolvimento na crise
EUA enviam navio-hospital à Venezuela em novo sinal de envolvimento na crise

Sputnik - Em meio a tensões políticas na Venezuela, os Estados Unidos planejam anunciar nesta terça-feira (7) o envio de um navio hospitalar na região, segundo autoridades dos EUA, o mais recente sinal de participação do Pentágono na crise.

Os funcionários, que falaram sob condição de anonimato, não especificaram em quais países da região o navio viajará. As informações foram publicadas pela agência Reuters.

No ano passado, o navio-hospital militar USNS Comfort ajudou os refugiados venezuelanos e outros países da região durante sua passagem pela Colômbia, Peru, Equador e Honduras.

O Comando Sul dos EUA, que supervisiona as forças dos EUA na América Latina, não respondeu a um pedido de comentário da Agência Reuters.

Em entrevista à Sputnik Internacional, Alfred de Zayas, advogado, historiador e ex-relator da ONU para a Venezuela, o fracasso de Washington em substituir o presidente venezuelano Nicolás Maduro pelo líder da oposição, Juan Guaidó, pode levar os EUA a tentar matar o presidente legítimo da Venezuela.

"Sei de fontes confiáveis que há vários meses os EUA vêm oferecendo grandes quantias de dinheiro e prometendo outras regalias a qualquer militar que desertar [...] Sem dúvida, eles têm financiado toda e qualquer tentativa de golpe, incluindo tentativas fracassadas de assassinato de Maduro. Os EUA continuarão neste caminho, e talvez consigam ter Maduro assassinado", disse ele.

No entanto, para o advogado americano, os EUA não conseguirão alcançar seu objetivo mesmo que se livrem de Maduro.

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