EUA negam ligação de autor de massacre em Las Vegas com o EI

Duas autoridades graduadas dos Estados Unidos disseram que não há evidência de que o atirador que matou ao menos 50 pessoas em Las Vegas estivesse ligado a qualquer grupo militante internacional; grupo extremista Estado Islâmico emitiu um comunicado reivindicando responsabilidade pelo ataque, dizendo que o agressor havia se convertido ao islã alguns meses atrás; atiradoridentificado como Stephen Paddock, de 64 anos, tinha um histórico de problemas psicológicos

Policiais conversam com homem perto de local onde agressor atirou contra público de festival de música, em Las Vegas, Estados Unidos 02/10/2017 REUTERS/Las Vegas Sun/Steve Marcus
Policiais conversam com homem perto de local onde agressor atirou contra público de festival de música, em Las Vegas, Estados Unidos 02/10/2017 REUTERS/Las Vegas Sun/Steve Marcus (Foto: Paulo Emílio)

Reuters - Duas autoridades graduadas dos Estados Unidos disseram nesta segunda-feira que não há evidência de que o atirador que matou ao menos 50 pessoas em Las Vegas estivesse ligado a qualquer grupo militante internacional.

O Estado Islâmico emitiu um comunicado mais cedo através de sua agência de notícias reivindicando responsabilidade pelo ataque, dizendo que o agressor havia se convertido ao islã alguns meses atrás.

Entretanto, uma das autoridades dos Estados Unidos minimizou a reivindicação de responsabilidade do Estado Islâmico e disse que há motivos para se acreditar que o atirador, que a polícia identificou como Stephen Paddock, de 64 anos, tinha um histórico de problemas psicológicos.

Segundo uma autoridade, as agências de segurança dos Estados Unidos estão verificando a reivindicação do grupo militante, mas ainda não a verificaram.

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