EUA: Rússia cometerá "grave erro" se enviar tropas à Ucrânia

Susan Rice, conselheira de Segurança Nacional do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse neste domingo (23) que seria um "grave erro" da Rússia enviar forças militares para a Ucrânia e que não é do interesse russo que a Ucrânia se divida; ""Isso seria um grave erro. Não é do interesse da Ucrânia, ou da Rússia, ou da Europa, ou dos Estados Unidos ver a separação do país. Não é do interesse de ninguém ver a volta da violência e a escalada da situação", disse

Susan Rice, conselheira de Segurança Nacional do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse neste domingo (23) que seria um "grave erro" da Rússia enviar forças militares para a Ucrânia e que não é do interesse russo que a Ucrânia se divida; ""Isso seria um grave erro. Não é do interesse da Ucrânia, ou da Rússia, ou da Europa, ou dos Estados Unidos ver a separação do país. Não é do interesse de ninguém ver a volta da violência e a escalada da situação", disse
Susan Rice, conselheira de Segurança Nacional do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse neste domingo (23) que seria um "grave erro" da Rússia enviar forças militares para a Ucrânia e que não é do interesse russo que a Ucrânia se divida; ""Isso seria um grave erro. Não é do interesse da Ucrânia, ou da Rússia, ou da Europa, ou dos Estados Unidos ver a separação do país. Não é do interesse de ninguém ver a volta da violência e a escalada da situação", disse (Foto: Valter Lima)
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WASHINGTON, 23 Fev (Reuters) - Susan Rice, conselheira de Segurança Nacional do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse neste domingo que seria um "grave erro" da Rússia enviar forças militares para a Ucrânia e que não é do interesse russo que a Ucrânia se divida.

Em entrevista ao programa "Meet the Press", da NBC, Rice foi questionada sobre um possível cenário em que a Rússia enviaria forças à Ucrânia para restaurar um governo mais amigável a Moscou.

"Isso seria um grave erro. Não é do interesse da Ucrânia, ou da Rússia, ou da Europa, ou dos Estados Unidos ver a separação do país. Não é do interesse de ninguém ver a volta da violência e a escalada da situação", disse Rice.

"Não há uma contradição inerente... entre uma Ucrânia que tem laços históricos e culturais de longa data com a Rússia e uma Ucrânia moderna, que quer se integrar mais proximamente com a Europa. Isso não precisa ser mutuamente excludente", disse Rice após o levante político na Ucrânia.

Questionada se o presidente russo, Vladimir Putin, olha para a esfera de influência russa na Ucrânia no contexto da Guerra Fria, ela respondeu "pode ser".

"Mas se ele faz isso, é uma perspectiva muito datada que não reflete para onde o povo da Ucrânia está indo. Isso não é sobre os Estados Unidos e a Rússia", comentou.

(Reportagem de Will Dunham e Ros Krasny)

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