EUA vão nomear diplomata gay para defender direitos dos homossexuais

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, vai anunciar brevemente a nomeação de um enviado especial para a defesa dos direitos da comunidade de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros no mundo; a iniciativa é mais uma das que têm sido tomadas pelo Departamento de Estado em defesa dos direitos dos homossexuais; em agosto de 2013, os Estados Unidos começaram a dar vistos a imigrantes de casamentos homossexuais com requisitos idênticos aos dos heterossexuais

EUA vão nomear diplomata gay para defender direitos dos homossexuais
EUA vão nomear diplomata gay para defender direitos dos homossexuais (Foto: POOL)
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Da Agência Lusa 

O secretário de Estado norte-americano, John Kerry, vai anunciar brevemente a nomeação de um enviado especial para a defesa dos direitos da comunidade de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT) no mundo, informou hoje (7) o governo norte-americano. O Departamento de Estado vai selecionar um funcionário do Serviço dos Negócios Estrangeiros norte-americano que seja homossexual assumido, disse a porta-voz adjunta do Departamento de Estado, Marie Harf.

Segundo a imprensa norte-americana, a nomeação deverá ocorrer ainda este mês em resposta a um projeto de lei patrocinado pelo senador de Massachusetts Edward Markey, que defendeu a criação de um enviado para os direitos da comunidade LGBT.

Esta iniciativa é mais uma das que têm sido tomadas pelo Departamento de Estado em defesa dos direitos dos homossexuais. Em agosto de 2013, os Estados Unidos começaram a dar vistos a imigrantes de casamentos homossexuais com requisitos idênticos aos dos heterossexuais. Vários estados norte-americaos já legalizaram o casamento homossexual e, neste ano, a Suprema Corte deve julgar se estende este direito à comunidade LGBT de todo o país.

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Em novembro passado, o Departamento de Estado enviou o primeiro comunicado sobre o dia da comunidade LGBT. A homossexualidade é perseguida em muitos países do mundo, onde as pessoas podem chegar a ser condenadas à pena de morte, como Arábia Saudita, Irã, Sudão e Mauritânia.

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