Europa convoca reunião extraordinária sobre crise no Egito

Embaixadores dos 28 países que integram o Comitê Político e de Segurança da União Europeia vão discutir medidas para combater a onda de violência que atingiu o país e que, em dois dias, matou 525 pessoas. ONU pediu uma investigação sobre a ação das forças de segurança egípcias

Embaixadores dos 28 países que integram o Comitê Político e de Segurança da União Europeia vão discutir medidas para combater a onda de violência que atingiu o país e que, em dois dias, matou 525 pessoas. ONU pediu uma investigação sobre a ação das forças de segurança egípcias
Embaixadores dos 28 países que integram o Comitê Político e de Segurança da União Europeia vão discutir medidas para combater a onda de violência que atingiu o país e que, em dois dias, matou 525 pessoas. ONU pediu uma investigação sobre a ação das forças de segurança egípcias (Foto: Roberta Namour)
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Renata Giraldi*
Repórter da Agência Brasil
Brasília – Embaixadores dos 28 países que integram o Comitê Político e de Segurança da União Europeia se reúnem segunda-feira (19) para analisar o agravamento da situação no Egito. Eles vão discutir medidas para combater a onda de violência que atingiu o país e que, em dois dias, matou 525 pessoas, principalmente civis, em confrontos entre manifestantes e policiais no Cairo, a capital egípcia.

A chefe da Diplomacia da União Europeia, Catherine Ashton, conversou ontem (15) com várias autoridades estrangeiras. Anteriormente, ela havia condenado a violência no país e reiterado suas preocupações.

Os governos do Reino Unido, da Alemanha, da França e da Holanda convocaram os embaixadores egípcios em seus países para manifestar a preocupação com a violência. A Alemanha instou as autoridades egípcias a encerrar a escalada de violência.

Ontem (15), o Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) iniciou reunião de emergência para analisar a situação no Egito. No encontro, os embaixadores dos 15 países que integram o órgão analisaram o agravamento da situação com o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon. A alta comissária dos Direitos Humanos das Nações Unidas, Navi Pillay, pediu uma investigação sobre a ação das forças de segurança egípcias.

*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa

Edição: Graça Adjuto

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