Ex-procuradora-geral da Venezuela diz ter prova de corrupção de Maduro

"Eles estão muito preocupados e angustiados, eles sabem que temos informações e detalhes de todas as operações, montantes e pessoas que se enriqueceram e que essa investigação envolve o senhor Maduro e aqueles perto dele", disse Ortega em um telefonema com procuradores da América Latina

"Eles estão muito preocupados e angustiados, eles sabem que temos informações e detalhes de todas as operações, montantes e pessoas que se enriqueceram e que essa investigação envolve o senhor Maduro e aqueles perto dele", disse Ortega em um telefonema com procuradores da América Latina
"Eles estão muito preocupados e angustiados, eles sabem que temos informações e detalhes de todas as operações, montantes e pessoas que se enriqueceram e que essa investigação envolve o senhor Maduro e aqueles perto dele", disse Ortega em um telefonema com procuradores da América Latina (Foto: Leonardo Attuch)

Da Agência Sputinik

A ex-procuradora-geral da Venezuela, Luisa Ortega Diaz, acusou o presidente Nicolás Maduro nesta sexta-feira (18) de estar envolvido com o pagamento de propinas da empreiteira Odebrecht.

"Eles estão muito preocupados e angustiados, eles sabem que temos informações e detalhes de todas as operações, montantes e pessoas que se enriqueceram e que essa investigação envolve o senhor Maduro e aqueles perto dele", disse Ortega em um telefonema com procuradores da América Latina.

 
A ex-procuradora deixou o governo em meio a críticas das mortes em protestos e a decisão de Maduro de eleger a Assembleia Nacional Constituinte (ANC) para reescrever a Constituição da Venezuela. Ela teve a casa vasculhada após seu marido, Germán Ferrer, que também é deputado na Assembleia Nacional, ter sua prisão decretada sob a acusação de corrupção.

A investigação sobre a empreiteira brasileira Odebrecht chegou na Venezuela após Monica Moura, esposa e sócia do marqueteiro João Santana, supostamente ter afirmado à procuradores em sua delação premiada no Brasil que Maduro, então ministro do presidente Hugo Chávez, lhe pagou com recursos da empreiteira. Santana e Moura trabalharam na reeleição de Chávez em 2012, pouco antes de sua morte. 

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