Exército sírio já matou mais de 500 em menos de duas semanas

Pelo menos 517 pessoas, incluindo 151 crianças, foram mortas em ataques aéreos do Exército sírio contra rebeldes na província de Aleppo desde 15 de dezembro; 46 combatentes – 34 rebeldes e 12 extremistas da organização do Estado Islâmico no Iraque e no Levante (Eiil) – e 46 mulheres estão também entre as vítimas mortas nos ataques aéreos diários do Exército sírio, que lança "barris explosivos" há duas semanas sobre a capital e a província do Norte

Pelo menos 517 pessoas, incluindo 151 crianças, foram mortas em ataques aéreos do Exército sírio contra rebeldes na província de Aleppo desde 15 de dezembro; 46 combatentes – 34 rebeldes e 12 extremistas da organização do Estado Islâmico no Iraque e no Levante (Eiil) – e 46 mulheres estão também entre as vítimas mortas nos ataques aéreos diários do Exército sírio, que lança "barris explosivos" há duas semanas sobre a capital e a província do Norte
Pelo menos 517 pessoas, incluindo 151 crianças, foram mortas em ataques aéreos do Exército sírio contra rebeldes na província de Aleppo desde 15 de dezembro; 46 combatentes – 34 rebeldes e 12 extremistas da organização do Estado Islâmico no Iraque e no Levante (Eiil) – e 46 mulheres estão também entre as vítimas mortas nos ataques aéreos diários do Exército sírio, que lança "barris explosivos" há duas semanas sobre a capital e a província do Norte (Foto: Valter Lima)

Da Agência Lusa

Beirute – Pelo menos 517 pessoas, incluindo 151 crianças, foram mortas em ataques aéreos do Exército sírio contra rebeldes na província de Aleppo desde 15 de dezembro, revelou hoje (29) o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH).

Pelo menos 46 combatentes – 34 rebeldes e 12 extremistas da organização do Estado Islâmico no Iraque e no Levante (Eiil) – e 46 mulheres estão também entre as vítimas mortas nos ataques aéreos diários do Exército sírio, que lança "barris explosivos" há duas semanas sobre a capital e a província do Norte, segundo relatório da organização.

"O OSDH considera que todos aqueles que permanecem em silêncio na comunidade internacional são cúmplices desses massacres que o regime sírio continua a cometer”, disse a organização, considerando que esse “silêncio” é “uma luz verde” para que o regime sírio “continue a largar barris de ódio sobre crianças, mulheres e idosos em Aleppo e na sua província”.

Os bombardeios aéreos na antiga capital econômica da Síria foram condenados pelos países ocidentais e organizações humanitárias internacionais. O regime disse visar alvos "terroristas" que se estabeleceram entre os civis.

Aleppo, uma das principais frentes do conflito que devasta o país há mais de dois anos e meio, está dividida, desde o verão de 2012, entre as áreas rebeldes e os setores controlados pelo regime.

De acordo com o OSDH, o regime está tentando avançar em áreas rebeldes localizadas, principalmente, no leste de Aleppo usando táticas já utilizadas para retomar outras localidades.

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