Fotógrafo brasileiro detido na Turquia será deportado

Fotógrafo brasileiro Gabriel Chaim, que foi detido ao cobrir a guerra na Síria, será deportado para o Brasil; de acordo com o Itamaraty, as autoridades turcas teriam confirmado que a deportação deverá acontecer nos próximos dias, apesar de não haver uma data definida; Chaim foi detido na cidade turca de Sanliurfa, após ter entrado ilegalmente no país pela fronteira entre a Síria e a Turquia

Fotógrafo brasileiro Gabriel Chaim, que foi detido ao cobrir a guerra na Síria, será deportado para o Brasil; de acordo com o Itamaraty, as autoridades turcas teriam confirmado que a deportação deverá acontecer nos próximos dias, apesar de não haver uma data definida; Chaim foi detido na cidade turca de Sanliurfa, após ter entrado ilegalmente no país pela fronteira entre a Síria e a Turquia
Fotógrafo brasileiro Gabriel Chaim, que foi detido ao cobrir a guerra na Síria, será deportado para o Brasil; de acordo com o Itamaraty, as autoridades turcas teriam confirmado que a deportação deverá acontecer nos próximos dias, apesar de não haver uma data definida; Chaim foi detido na cidade turca de Sanliurfa, após ter entrado ilegalmente no país pela fronteira entre a Síria e a Turquia (Foto: Paulo Emílio)
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247 - O fotógrafo brasileiro Gabriel Chaim, que foi detido ao cobrir a guerra na Síria, será deportado para o Brasil. De acordo com o Itamaraty, as autoridades turcas teriam confirmado que a deportação deverá acontecer nos próximos dias, apesar de não haver uma data definida. Chaim foi detido na cidade turca de Sanliurfa, após ter entrado ilegalmente no País pela fronteira entre a Síria e a Turquia. Outros dois fotógrafos um turco e um alemão, também foram detidos.

Chaim, que estava documentando os combates em Kobane, cidade síria próxima da fronteira com a Turquia, foi detido ao tentar entrar em território turco por soldados que estavam de guarda em um posto de fronteira. "Kobane está cercada pelo Estado Islâmico e pela Turquia, sendo que a Turquia só abre as portas da fronteira para caminhões com produtos humanitários ou feridos muito graves", disse o fotógrafo.

"Todos os canais de TV que fazem matéria lá entram de forma ilegal, assim como eu fiz. Isso não foi um impeditivo para mim, pois meu interesse é mostrar a situação das pessoas que estão presas em seu território", relatou.

 

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