Governo argentino envia ao Congresso lei de emergência econômica

O governo do presidente Alberto Fernández envia ao Congresso nesta terça-feira uma lei de emergência econômica que começará a ser debatida a partir desta quarta-feira em comissões na Câmara dos Deputados. O novo mandatário do país sul-americano corre contra o tempo para sanar a calamitosa situação econômica herdada do governo neoliberal do ex-presidente Maurício Macri

Alberto Fernández
Alberto Fernández (Foto: Reuters)
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247 - O governo do presidente da Argentina, Alberto Fernández, começa nesta terça-feira (17) a enfrentar a dura crise econômica herdada do governo neoliberal do ex-presidente Maurício Macri, enviando ao Congresso Nacional um projeto de lei econômica, social e de saúde de emergência, que visa obter mais recursos para alocar os gastos sociais. 

Um dos pontos centrais da iniciativa legislativa é isentar a totalidade ou parte das contribuições para todas as pequenas e médias empresas (PMEs) e para as empresas que melhoram a renda dos funcionários, segundo fontes oficiais, informa a Telesur.  

Outras medidas que devem ser aprovadas pelos legisladores são as de aumento da taxa paga pelas propriedades e aplicação de penhor para compras no exterior.  

O projeto de lei de emergência econômica, uma vez ingressado no Congresso, começará a ser discutido nesta quarta-feira em comissões na Câmara dos Deputados.  

O presidente Fernández, que assumiu o cargo na semana passada, disse que congelará as tarifas dos serviços público até o próximo dia 30 de junho.  "Até 30 de junho, teremos tempo de redefinir o significado das taxas", afirmou o chefe de Estado. 

Os aumentos nos preços dos serviços públicos foram uma das causas da alta inflação no país, perto de 55%.  

Fernández também anunciou um pagamento para aposentados e beneficiários de subsídios à pobreza em dezembro e janeiro.

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