Hackers da Coreia do Norte roubaram planos de guerra dos EUA e da Coreia do Sul

Hackers da Coreia do Norte roubaram uma grande quantidade de documentos militares confidenciais, incluindo o mais recente plano operacional de guerra da Coreia do Sul e dos Estados Unidos, afirmou um parlamentar governista sul-coreano; Rhee Cheol-hee disse que 235 gigabytes de documentos militares foram obtidos do Centro de Dados Integrados de Defesa e o conteúdo de cerca de 80% dos dados ainda não foi identificado

Hackers da Coreia do Norte roubaram uma grande quantidade de documentos militares confidenciais, incluindo o mais recente plano operacional de guerra da Coreia do Sul e dos Estados Unidos, afirmou um parlamentar governista sul-coreano; Rhee Cheol-hee disse que 235 gigabytes de documentos militares foram obtidos do Centro de Dados Integrados de Defesa e o conteúdo de cerca de 80% dos dados ainda não foi identificado
Hackers da Coreia do Norte roubaram uma grande quantidade de documentos militares confidenciais, incluindo o mais recente plano operacional de guerra da Coreia do Sul e dos Estados Unidos, afirmou um parlamentar governista sul-coreano; Rhee Cheol-hee disse que 235 gigabytes de documentos militares foram obtidos do Centro de Dados Integrados de Defesa e o conteúdo de cerca de 80% dos dados ainda não foi identificado (Foto: Paulo Emílio)

Reuters - Hackers da Coreia do Norte roubaram uma grande quantidade de documentos militares confidenciais, incluindo o mais recente plano operacional de guerra da Coreia do Sul e dos Estados Unidos, afirmou um parlamentar governista sul-coreano, segundo a agência de notícias Yonhap, nesta terça-feira.

O representante do Partido Democrático Rhee Cheol-hee disse que 235 gigabytes de documentos militares foram obtidos do Centro de Dados Integrados de Defesa, citando informação de autoridades de defesa não identificadas, segundo a Yonhap.

O conteúdo de cerca de 80 por cento dos dados ainda não foi identificados, disse Rhee, acrescentando que a invasão aconteceu em setembro do ano passado.

Pyongyang negou responsabilidade pelos cibertaques, segundo a Yonhap, criticando Seul por "fabricar" acusações sobre ataques cibernéticos.

Rhee Cheol-hee e seu gabinete não estavam disponíveis de imediato para comentar.

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