Hong Kong adia em um ano eleição legislativa em meio a protestos apoiados pelos EUA

A líder de Hong Kong, Carrie Lam, adiou em um ano, nesta sexta-feira, 31, uma eleição legislativa marcada para 6 de setembro por causa do aumento de casos do novo coronavírus, em meio a mobilizações de oposicionistas na região

Carrie Lam, governadora de Hong Kong
Carrie Lam, governadora de Hong Kong (Foto: REUTERS/Tyrone Siu)
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Agência Brasil, com 247 - A líder de Hong Kong, Carrie Lam, adiou em um ano, nesta sexta-feira, 31, uma eleição legislativa marcada para 6 de setembro por causa do aumento de casos do novo coronavírus, em meio a mobilizações de oposicionistas na região.

Segundo Lam, que disse que a eleição ocorrerá em 5 de setembro do ano que vem, a decisão foi a mais difícil que tomou em sete meses e visa a salvaguardar a saúde das pessoas.

"Temos 3 milhões de eleitores saindo em um dia por toda Hong Kong, tal fluxo de pessoas provocaria alto risco de infecção", argumentou.

A oposição visava capitalizar eleitoralmente com as manifestações, apoiadas pelos Estados Unidos, contra a nova Lei de Segurança Nacional, que a China impôs à cidade em 30 de junho.

A China proibiu 12 candidatos da oposição de concorrer na eleição, por razões como intenções subversivas, repúdio à nova Lei de Segurança e uma campanha para obter maioria a fim de impedir a aprovação de leis.

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