Inspirado na Lava Jato, governo Macri acelera sua lei de delação

No momento em que a Argentina acelera investigações sobre suposta corrupção vinculada ao kirchnerismo, o governo de Mauricio Macri acelera no Congresso a aprovação de uma lei de delação semelhante à existente no Brasil; sonho do Executivo consiste em que algum deles acuse diretamente o núcleo duro dos Kirchner e, em especial, a ex-presidente Cristina Kirchner; "Acreditamos que vai ser importante para melhorar a luta contra a corrupção", diz ao jornal El País a vice-presidente da Argentina, Gabriela Michetti

No momento em que a Argentina acelera investigações sobre suposta corrupção vinculada ao kirchnerismo, o governo de Mauricio Macri acelera no Congresso a aprovação de uma lei de delação semelhante à existente no Brasil; sonho do Executivo consiste em que algum deles acuse diretamente o núcleo duro dos Kirchner e, em especial, a ex-presidente Cristina Kirchner; "Acreditamos que vai ser importante para melhorar a luta contra a corrupção", diz ao jornal El País a vice-presidente da Argentina, Gabriela Michetti
No momento em que a Argentina acelera investigações sobre suposta corrupção vinculada ao kirchnerismo, o governo de Mauricio Macri acelera no Congresso a aprovação de uma lei de delação semelhante à existente no Brasil; sonho do Executivo consiste em que algum deles acuse diretamente o núcleo duro dos Kirchner e, em especial, a ex-presidente Cristina Kirchner; "Acreditamos que vai ser importante para melhorar a luta contra a corrupção", diz ao jornal El País a vice-presidente da Argentina, Gabriela Michetti (Foto: Aquiles Lins)

247 - No momento em que a Argentina acelera as investigações sobre suposta corrupção vinculada ao kirchnerismo, o governo de Mauricio Macri leva adiante lei de delação premiada semelhante à existente no Brasil, para fazer com que políticos e empresários corruptos denunciem seus cúmplices e seja possível um processo de prisões semelhante ao ocorrido na operação Lava Jato.

"Não vamos ter um processo como o do Brasil porque ali toda a classe política foi afetada e aqui temos um presidente que acaba de assumir, e só há casos de corrupção no outro lado, mas acreditamos que vai ser importante para melhorar a luta contra a corrupção", diz ao jornal El País a vice-presidente da Argentina, Gabriela Michetti.

A lei já está pronta para aprovação a toda a velocidade no Congresso. O sonho do Executivo, que conseguiu um grande respiro político com o último escândalo de corrupção do kirchnerismo, que o deixou muito abalado, consiste em que algum deles acuse diretamente o núcleo duro dos Kirchner e, em especial, a ex-presidenta, Cristina Kirchner, que apesar de estar num momento de baixa continua sendo uma rival política importante para o macrismo.

A Argentina já tem legalmente a figura do delator, mas para casos de narcotráfico, terrorismo e exploração de pessoas, embora não se tenha tido muitos avanços. Agora a estende à corrupção, mas desde que o envolvido dê informação relevante que possa fazer uma causa avançar. Leia mais no El País.

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