Irã condena execução de clérigo e invasão à embaixada saudita

Presidente Hassan Rouhani culpou "indivíduos extremistas" pelos ataques na embaixada saudita em Teerã e no consulado na cidade de Mashhad em resposta à execução na Arábia Saudita do alto clérigo xiita Nimr al-Nimr; ele também condenou a Arábia Saudita pela execução de Nimr, chamando-a de violação dos "direitos humanos e aos valores islâmicos"

Presidente Hassan Rouhani culpou "indivíduos extremistas" pelos ataques na embaixada saudita em Teerã e no consulado na cidade de Mashhad em resposta à execução na Arábia Saudita do alto clérigo xiita Nimr al-Nimr; ele também condenou a Arábia Saudita pela execução de Nimr, chamando-a de violação dos "direitos humanos e aos valores islâmicos"
Presidente Hassan Rouhani culpou "indivíduos extremistas" pelos ataques na embaixada saudita em Teerã e no consulado na cidade de Mashhad em resposta à execução na Arábia Saudita do alto clérigo xiita Nimr al-Nimr; ele também condenou a Arábia Saudita pela execução de Nimr, chamando-a de violação dos "direitos humanos e aos valores islâmicos" (Foto: Leonardo Attuch)
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DUBAI (Reuters) - O presidente iraniano, Hassan Rouhani, comprometeu-se a proteger a segurança das missões estrangeiras em seu país e a processar os responsáveis pelos ataques a postos diplomáticos da Arábia Saudita em uma série de mensagens postadas em sua conta pessoal no Twitter neste domingo.

Rouhani culpou "indivíduos extremistas" pelos ataques na embaixada saudita em Teerã e no consulado na cidade de Mashhad em resposta à execução na Arábia Saudita do alto clérigo xiita Nimr al-Nimr.

Ele também condenou a Arábia Saudita pela execução de Nimr, chamando-a de violação dos "direitos humanos e aos valores islâmicos" e acusando a monarquia sunita de perseguir "políticas sectárias que têm desestabilizado a região nos últimos anos".

Manifestantes que protestavam contra a execução de Nimr invadiram o prédio da embaixada saudita em Teerã mais cedo neste domingo, quebrando móveis e iniciando incêndios, mas foram expulsos pela polícia.

(Por Hadeel Al Sayegh)

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