Irã diz que manifestantes 'pagarão o preço' por protestos contra o governo

Governo do Irã alertou que os manifestantes que promoverem protestos contra o governo "pagarão o preço" por violarem as leis do país. O Irã enfrenta sua maior onda de protestos desde 2009. As manifestações, que começaram na última quarta-feira, já deixaram duas pessoas mortas e mais de 50 detidas; "Aqueles que destroem a propriedade pública, criam desordem e agem em ilegalidade devem responder por suas ações e pagar o preço, agiremos contra a violência e contra aqueles que provocam medo e terror", disse o ministro do Interior, Abdolreza Rahmani Fazli

Governo do Irã alertou que os manifestantes que promoverem protestos contra o governo "pagarão o preço" por violarem as leis do país. O Irã enfrenta sua maior onda de protestos desde 2009. As manifestações, que começaram na última quarta-feira, já deixaram duas pessoas mortas e mais de 50 detidas; "Aqueles que destroem a propriedade pública, criam desordem e agem em ilegalidade devem responder por suas ações e pagar o preço, agiremos contra a violência e contra aqueles que provocam medo e terror", disse o ministro do Interior, Abdolreza Rahmani Fazli
Governo do Irã alertou que os manifestantes que promoverem protestos contra o governo "pagarão o preço" por violarem as leis do país. O Irã enfrenta sua maior onda de protestos desde 2009. As manifestações, que começaram na última quarta-feira, já deixaram duas pessoas mortas e mais de 50 detidas; "Aqueles que destroem a propriedade pública, criam desordem e agem em ilegalidade devem responder por suas ações e pagar o preço, agiremos contra a violência e contra aqueles que provocam medo e terror", disse o ministro do Interior, Abdolreza Rahmani Fazli (Foto: Paulo Emílio)

247 - O governo do Irã alertou que os manifestantes que promoverem protestos contra o governo "pagarão o preço" por violarem as leis do país. O Irã enfrenta sua maior onda de protestos desde 2009. As manifestações, que começaram na última quarta-feira, já deixaram duas pessoas mortas e mais de 50 detidas.

Na noite deste sábado, manifestantes atacaram bancos e prédios do governo. "Aqueles que destroem a propriedade pública, criam desordem e agem em ilegalidade devem responder por suas ações e pagar o preço, agiremos contra a violência e contra aqueles que provocam medo e terror", disse o ministro do Interior, Abdolreza Rahmani Fazli, em uma entrevista à televisão estatal.

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