Irã e Organização Internacional de Energia Atômica têm mesma opinião dobre acordo nuclear

Uma total concordância caracterizou a reunião entre o representante do Irã, Ali Akbar Salehi, e o diretor geral da Organização Internacional de Energia Atômica (OIEA), Yurika Amano, que nesta quinta-feira (29) abordaram o acordo nuclear estabelecido em 2015; o encontro teve lugar em Viena, Áustria, à margem de uma Conferência sobre Ciência e Tecnologia

Irã e Organização Internacional de Energia Atômica têm mesma opinião dobre acordo nuclear
Irã e Organização Internacional de Energia Atômica têm mesma opinião dobre acordo nuclear

247, com Prensa Latina - Uma total concordância caracterizou a reunião entre o representante do Irã, Ali Akbar Salehi, e o diretor geral da Organização Internacional de Energia Atômica (OIEA), Yurika Amano, que nesta quinta-feira (29) abordaram o acordo nuclear estabelecido em 2015. O encontro teve lugar em Viena, Áustria, à margem de uma Conferência sobre Ciência e Tecnologia.

Ambos concordam que as duas partes manterão sua colaboração, principalmente no caso das exigências do órgão da ONU para conter a corrida pela obtenção de armas de destruição em massa.

Salehi, titular da Organização de Energia Atômica do Irã, elogiou a imparcialidade da entidade internacional que certificou o cumprimento por parte de Teerã do que foi estipulado em um tratado com seis potências mundiais.

'O Irã espera que a OIEA mantenha suas garantias imparciais e profissionais, longe da influência e objetivos que pretendem prejudicar as relações construtivas da República Islâmica com o órgão da ONU', disse.

Amano, por sua vez, enfatizou que em suas atividades a entidade da ONU defende os princípios do profissionalismo, imparcialidade e independência.

Em outra parte de sua intervenção, o cientista japonês expressou satisfação pelo nível atual de cooperação com o Irã e que a política da OIEA é continuar nessa tendência.

A Organização Internacional de Energia Atômica reafirmou em 13 oportunidades que a República Islâmica honra o Plano Integral de Ação Conjunta, ou acordo nuclear.

Entre outros requisitos, os cientistas da nação persa não podem enriquecer urânio para além de 3,67% e o restante tem que ser remetido à Rússia.

Em troca dessas limitações, o Irã recebeu um alívio das sanções por parte da Europa e dos Estados Unidos, ainda que este último tenha se retirado do tratado em maio e recobrado os castigos contra Teerã.

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