Irã enfrenta maior onda de protestos por reformas desde 2009

Manifestação anual pró-governo foi realizada neste sábado no Irã para comemorar o fim dos distúrbios que sacudiram o país em 2009, disse a mídia estatal, um dia depois de protestos contra os preços altos terem ocorrido em algumas cidades; polícia dispersou manifestantes anti-governo na cidade de Kermanshah, enquanto protestos se espalhavam por Teerã e outras cidades, na maior onda de atos desde os movimentos pró-reformas de 2009

Manifestação anual pró-governo foi realizada neste sábado no Irã para comemorar o fim dos distúrbios que sacudiram o país em 2009, disse a mídia estatal, um dia depois de protestos contra os preços altos terem ocorrido em algumas cidades; polícia dispersou manifestantes anti-governo na cidade de Kermanshah, enquanto protestos se espalhavam por Teerã e outras cidades, na maior onda de atos desde os movimentos pró-reformas de 2009
Manifestação anual pró-governo foi realizada neste sábado no Irã para comemorar o fim dos distúrbios que sacudiram o país em 2009, disse a mídia estatal, um dia depois de protestos contra os preços altos terem ocorrido em algumas cidades; polícia dispersou manifestantes anti-governo na cidade de Kermanshah, enquanto protestos se espalhavam por Teerã e outras cidades, na maior onda de atos desde os movimentos pró-reformas de 2009 (Foto: Paulo Emílio)

Reuters - Uma manifestação anual pró-governo foi realizada neste sábado no Irã para comemorar o fim dos distúrbios que sacudiram o país em 2009, disse a mídia estatal, um dia depois de protestos contra os preços altos terem ocorrido em algumas cidades.

A televisão estatal mostrou uma manifestação na capital, Teerã, e participantes carregando cartazes em apoio ao líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, em Mashhad, a segunda maior cidade do Irã.

Na quinta-feira, centenas de pessoas foram às ruas para protestar contra os altos preços e gritaram contra o governo.

Na sexta-feira, a polícia dispersou manifestantes anti-governo na cidade de Kermanshah, enquanto protestos se espalhavam por Teerã e outras cidades, na maior onda de atos desde os movimentos pró-reformas de 2009.

A polícia prendeu 52 pessoas nos protestos de quinta-feira, de acordo com uma fonte judicial de Masshad, um dos locais sagrados do islamismo xiita.

Os Estados Unidos condenaram as prisões, com o presidente Donald Trump tuitando: "O governo iraniano deveria respeitar os direitos do seu povo, inclusive o direito à expressão. O mundo está assistindo!".

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