Kremlin parabeniza jornalista russo que venceu o Nobel da Paz

O Kremlin parabeniza o jornalista Dmitry Muratov pela atribuição do Prêmio Nobel da Paz, informou o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov. "Ele trabalha de forma coerente de acordo com os ideais, está comprometido com seus ideais, é talentoso, é corajoso, e é claro que isto é um grande reconhecimento, nós o parabenizamos", disse Peskov

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Jornalista Dmitry Muratov (Foto: Reuters)
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Agência Sputnik - O Comitê Nobel da Noruega atribuiu nesta sexta-feira (8) o Prêmio Nobel da Paz de 2021 a dois jornalistas, a filipino-americana Maria Ressa e o russo Dmitry Muratov.

Os jornalistas receberam o Nobel da Paz de 2021 "por seus esforços na defesa da liberdade de expressão, que é uma condição prévia para a democracia e a paz duradoura".

Em seu comunicado de imprensa, o Comitê Nobel da Noruega disse que "o jornalismo livre, independente e baseado em fatos serve para proteger contra abusos de poder, mentiras e propaganda de guerra". Foi sublinhado que "a liberdade de expressão e a liberdade de informação ajudam a garantir um público informado".

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Dmitry Muratov

O comitê informou que Dmitry Muratov, fundador e editor-chefe do jornal russo Novaya Gazeta, há décadas que defende a liberdade de expressão na Rússia.

O Kremlin parabeniza o jornalista Dmitry Muratov pela atribuição do Prêmio Nobel da Paz, informou o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov.

"Podemos parabenizar Dmitry Muratov, ele trabalha de forma coerente de acordo com os ideais, está comprometido com seus ideais, é talentoso, é corajoso, e é claro que isto é um grande reconhecimento, nós o parabenizamos", disse Peskov.

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Dmitry Muratov se tornou o terceiro cidadão russo a receber o Prêmio Nobel da Paz. Em 1975, o prêmio foi atribuído ao físico soviético Andrei Sakharov por sua defesa dos direitos humanos e, em 1990, ao ex-presidente Mikhail Gorbatchov.

Maria Ressa

O Comitê Nobel da Noruega afirmou que a "laureada Maria Ressa usa a liberdade de expressão para expor o abuso de poder, o uso de violência e o autoritarismo crescente em seu país natal, as Filipinas". Em 2012, Maria Ressa foi cofundadora da Rappler, uma empresa de mídia digital para jornalismo investigativo.

O comitê destacou que "como jornalista e diretora da Rappler, Maria Ressa mostrou ser uma defensora destemida da liberdade de expressão. A Rappler chamou a atenção crítica para a controversa campanha de combate às drogas do regime de Duterte".

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