Le Pen perde terreno e fica 24 pontos atrás no 2º turno na França

Nova pesquisa eleitoral na França mostrou que uma aparente ameaça da líder de extrema-direita Marine Le Pen de punir servidores públicos que "persigam" opositores políticos, pode ter causado estragos em sua popularidade e intenções de voto; pesquisa do instituto BVA mostrou que Le Pen tem hoje 26% das intenções de voto para o primeiro turno da votação, que ocorrerá em abril, uma oscilação negativa de 1,5% em relação à última pesquisa, em 23 de fevereiro; sondagem apontou crescimento de 3 pontos percentuais de Emmanuel Macron, de centro, para 24%; na simulação do segundo turno, Macron bate Le Pen por 62% a 38%

Líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen. 05/02/2017 REUTERS/Robert Pratta
Líder da extrema-direita francesa, Marine Le Pen. 05/02/2017 REUTERS/Robert Pratta (Foto: Aquiles Lins)

PARIS (Reuters) - Uma nova pesquisa eleitoral na França mostrou que uma aparente ameaça da líder de extrema-direita Marine Le Pen de punir servidores públicos que "persigam" opositores políticos, pode ter causado estragos em sua popularidade e intenções de voto.

A pesquisa de opinião do instituto BVA mostrou que Le Pen tem hoje 26 por cento das intenções de voto para o primeiro turno da votação, que ocorrerá em abril, uma oscilação negativa de 1,5 ponto percentual em relação à última pesquisa, em 23 de fevereiro.

A sondagem apontou crescimento de 3 pontos percentuais de Emmanuel Macron, de centro, para 24 por cento das intenções de voto.

Já o conservador François Fillon permaneceu com 19 por cento e, se a eleição fosse hoje, seria eliminado do segundo turno, a ser realizado em maio. Na simulação da segunda rodada, Macron bate Le Pen por 62 a 38 por cento.

Outra pesquisa, realizada pelo instituto Odoxa, na sexta-feira, mostrou Macron à frente de Le Pen já no primeiro turno.

O instituto BVA afirmou que Le Pen pode ter perdido apoio devido aos comentários feitos em um comício em Nantes, na semana passada, quando aparentemente ameaçou punir servidores que "persigam" opositores políticos.

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