Linchamento virtual de jornalistas mulheres é cada vez mais comum

A pesquisa Ataques e assédio: o impacto sobre as jornalistas e suas matérias, da International Women's Media Foundation e da TrollBusters, apontou que 63% das 597 jornalistas nos Estados Unidos e em outros países já foram ameaçadas ou assediadas online, 58% foram ameaçadas pessoalmente e 26% foram atacadas fisicamente

Linchamento virtual de jornalistas mulheres é cada vez mais comum
Linchamento virtual de jornalistas mulheres é cada vez mais comum

247 - A pesquisa "Attacks and Harassment: The Impact on Female Journalists and Their Reporting" (Ataques e assédio: o impacto sobre as jornalistas e suas matérias), da International Women's Media Foundation e da TrollBusters, apontou que 63% das 597 jornalistas nos Estados Unidos e em outros países já foram ameaçadas ou assediadas online, 58% foram ameaçadas pessoalmente e 26% foram atacadas fisicamente.

Entre as jornalistas que trabalham nos EUA e sofreram ataques online, 78% dizem que foram alvos por serem mulheres. O percentual foi de 68% entre as jornalistas trabalhando em outros países.

De acordo com o relatório, "o ambiente online foi transformado em arma e usa a velocidade e suas redes para montar ataques sofisticados que amplificam misoginia, sexismo, racismo, homofobia e outros discursos de ódio".O teor do estudo foi divulgado pela jornalista Patrícia Campos Mello, no jornal Folha de S.Paulo.

"Contas falsas e impostores no Twitter semeiam desinformação. Tanto online como offline, o mundo se tornou um lugar muito mais perigoso para os jornalistas nos últimos 5 anos".

No caso das mulheres, os ataques ganham contornos nitidamente misóginos, diz o estudo.

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