Maduro: ataque à Síria foi criminoso

"Este ataque é um ato criminoso contra o povo da Síria, que foi realizado com o objetivo de criar o pânico, o terrorismo e destruir os centros científicos do país", disse Maduro em um comunicado televisionado

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante coletiva de imprensa no Palácio Miraflores, em Caracas 17/10/2017 REUTERS/Carlos Garcia Rawlins
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, durante coletiva de imprensa no Palácio Miraflores, em Caracas 17/10/2017 REUTERS/Carlos Garcia Rawlins (Foto: Leonardo Attuch)
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Da Agência Sputinik – O presidente venezuelano, Nicolas Maduro, considera o último ataque de mísseis de países ocidentais à Síria como "ato criminoso". A convicção de Maduro é que os responsáveis por este ataque com mísseis são "cães de guerra" que precisam de armas e da guerra para ficar com a riqueza dos mortos.

"Este ataque é um ato criminoso contra o povo da Síria, que foi realizado com o objetivo de criar o pânico, o terrorismo e destruir os centros científicos do país", disse Maduro em um comunicado televisionado.

Na noite de sexta-feira (13), os Estados Unidos, a França e o Reino Unido lançaram ataques contra vários alvos na Síria em resposta ao suposto ataque químico no subúrbio de Damasco, Douma. Os países ocidentais acusaram as forças do presidente Bashar Assad de atacarem Douma com substâncias químicas. A liderança síria negou qualquer envolvimento no ataque e convidou os especialistas da Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) para investigar os relatos.

O Ministério da Defesa da Rússia comunicou que os três países dispararam mais de 100 mísseis de cruzeiro e ar-terra, a maioria dos quais foi abatida pela defesa síria. Segundo Damasco, que afirmou repetidamente ter eliminado seus estoques de armas químicas, o ataque danificou a infraestrutura da Síria e deixou três civis feridos.

O presidente russo, Vladimir Putin, enfatizou neste sábado (14) que os ataques foram realizados em violação das normas e princípios do direito internacional.

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