Maduro garante "mão de ferro" após morte de miss

"Quem matar vai ter uma resposta com mão de ferro, com autoridade democrática, com a Constituição na mão, mas não podemos aceitar isso, que ninguém duvide. Queremos a paz", disse o presidente da Venezuela; a ex-miss Mônica Spear Mootz, de 29 anos, e o marido foram assassinados por vários homens armados, durante um assalto

"Quem matar vai ter uma resposta com mão de ferro, com autoridade democrática, com a Constituição na mão, mas não podemos aceitar isso, que ninguém duvide. Queremos a paz", disse o presidente da Venezuela; a ex-miss Mônica Spear Mootz, de 29 anos, e o marido foram assassinados por vários homens armados, durante um assalto
"Quem matar vai ter uma resposta com mão de ferro, com autoridade democrática, com a Constituição na mão, mas não podemos aceitar isso, que ninguém duvide. Queremos a paz", disse o presidente da Venezuela; a ex-miss Mônica Spear Mootz, de 29 anos, e o marido foram assassinados por vários homens armados, durante um assalto (Foto: Roberta Namour)
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Da Agência Brasil*
Caracas - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse nessa terça-feira (7) que seu governo terá "mão de ferro" contra assassinos de "homens e mulheres de bem" no país. "Quem matar vai ter uma resposta com mão de ferro, com autoridade democrática, com a Constituição na mão, mas não podemos aceitar isso, que ninguém duvide. Queremos a paz", acrescentou.
Nicolás Maduro reagiu assim à notícia do assassinato da ex-miss Venezuela Mônica Spear Mootz, de 29 anos, por vários homens armados, que assaltaram o carro em que ela estava.

"Não vai haver tolerância com os que pretendam manter ações desse tipo, matar homens e mulheres de bem, que têm direito à vida" disse. Ele apelou "aos jovens que integram grupos violentos para cessar com os crimes já".

O presidente venezuelano lembrou que será reestruturado o Programa Plano Pátria Segura de forma a melhorar a coordenação policial. "Na Venezuela tem que haver respeito pela lei, tem que haver ordem, tem que haver respeito pela vida", destacou Maduro.

A polícia venezuelana confirmou ontem que Mônica, que estava em visita ao país, foi assassinada depois de atacada por um grupo de homens armados. O automóvel em que seguia com o marido apresentou problema na estrada que liga Valência a Puerto Cabello. Os assaltantes mataram também o marido dela, o empresárioThomas Henry Berry, de 49 anos e nacionalidade irlandesa.

No ataque ficou ainda ferida a filha do casal, de 5 anos.
As autoridades informaram que cinco pessoas foram detidas por suspeita de envolvimento no assassinato, entre eles dois menores.

*Com informações da Agência Lusa

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