Maduro sobre a condenação de sobrinhos por nacrotráfico nos EUA: ataque imperialista

Efrain Antonio Campo Flores e Franqui Francisco Flores de Freitas foram presos em 10 de novembro de 2015 pela agência antidrogas dos EUA, a Drug Enforcement Agency (DEA), no Haiti, antes de serem transferidos para os EUA. A punição dos dois deve ser decidida em 7 de março. A pena mínima para este crime é de 10 anos de prisão, e pode chegar a prisão perpétua

Venezuela's interim President Nicolas Maduro sits as he waits for the official ceremony at the Electoral Council to certify his victory on Sunday's presidential election in Caracas, Venezuela, Monday, April 15, 2013. Venezuela's government-friendly electo
Venezuela's interim President Nicolas Maduro sits as he waits for the official ceremony at the Electoral Council to certify his victory on Sunday's presidential election in Caracas, Venezuela, Monday, April 15, 2013. Venezuela's government-friendly electo (Foto: Leonardo Attuch)

Da Agência Sputinik

O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, qualificou nesta sexta-feira (25) como "ataque imperialista" a condenação, por parte de um júri dos EUA, de dois de seus sobrinhos acusados de tráfico de drogas.

Maduro também defendeu sua esposa Cilia Flores, uma "líder revolucionária", em sua primeira reação pública ao veredicto do júri de Nova York emitido há uma semana contra dois filho do irmão da primeira-dama venezuelana.

"Os imperialistas fabricaram um dossiê cujo único objetivo era atacar a primeira-dama, a primeira combatente, a esposa do presidente", disse Maduro diante de uma multidão de partidários da Sra Flores, ex-presidente da Assembleia Nacional.

Maduro batalha contra uma oposição que reivindica sua saída, acusando-o de responsabilidade pela grave crise económica que o país enfrenta. Segundo o presidentem, trata-se de uma conspiração capitalista apoiada pelos EUA. Em um tribunal federal de Nova York, o júri seguiu o advogado-geral que acusou os dois sobrinhos de Maduro de tentar importar 800 kg de cocaína para os EUA.

Efrain Antonio Campo Flores e Franqui Francisco Flores de Freitas foram presos em 10 de novembro de 2015 pela agência antidrogas dos EUA, a Drug Enforcement Agency (DEA), no Haiti, antes de serem transferidos para os EUA. A punição dos dois deve ser decidida em 7 de março. A pena mínima para este crime é de 10 anos de prisão, e pode chegar a prisão perpétua.

De acordo com documentos da DEA, Campo Flores pretendia obter a cocaína através de um intermediário que recebia seus carregamentos das FARC, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. E Flores de Freitas teria reconhecido esperar ganhar US$ 560.000 em uma primeira entrega da droga, avaliada em US$ 5 milhões.

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