Merkel diz que prefere novas eleições a governo de minoria, mas descarta renúncia

Após o fracasso nas negociações para formar uma coalizão de três partidos, a chanceler alemã Angela Merkel disse nesta segunda-feira (20) que prefere a realização de novas eleições a compor um governo de minoria; Merkel, no entanto, descartou a hipótese de renúncia 

German Chancellor Angela Merkel addresses the media during a joint press conference as part of a meeting with Prime Minister of Singapore Lee Hsien Loong at the chancellery in Berlin, Germany, Tuesday, Feb. 3, 2015. (AP Photo/Steffi Loos)
German Chancellor Angela Merkel addresses the media during a joint press conference as part of a meeting with Prime Minister of Singapore Lee Hsien Loong at the chancellery in Berlin, Germany, Tuesday, Feb. 3, 2015. (AP Photo/Steffi Loos) (Foto: Charles Nisz)
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Reuters - A chanceler alemã, Angela Merkel, disse nesta segunda-feira que preferiria novas eleições que governar um governo de minoria, após o colapso de conversas para formação de uma coalizão de três partidos.

“Meu ponto de vista é de que novas eleições seriam um melhor caminho”, disse Merkel à emissora ARD em entrevista a ser exibida mais tarde, reforçando que seus planos não incluem ser uma chanceler em um governo de minoria.

Merkel ainda disse não ver motivo para renunciar ao cargo após o fracasso das negociações para coalizão, acrescentando que o seu bloco conservador entrará na eleição mais unificado que antes.

Ela disse à emissora alemã ZDF estar pronta para servir mais quatro anos como chanceler alemã, citando a importância de enviar sinal de estabilidade para o país, a Europa e o mundo.

Perguntada sobre a possibilidade de outra “grande coalizão” com o Social Democratas, a chanceler disse que aguardaria para ver a resposta de seu partido, após conversas com o presidente Frank-Walter Steinmeier na quarta-feira.

Mas ela ressaltou que qualquer demanda de intervir não seria um bom começo para formar nova coalizão. Finalmente, a chanceler citu desapontamente com a decisão do pró-empresariado Democratas Livres de sair do grupo, mas completou não esperar que o partido invertesse o curso.

 

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