Milhares marcham nos EUA por mudanças nas leis sobre venda de armas

Milhares de alunos, pais e moradores irritados exigiram leis mais rigorosas para a venda de armas em protesto neste sábado (17), após mais um tiroteio deixar 17 pessoas mortas em uma escola da Flórida nesta semana; ato ocorreu no centro de Fort Lauderdale e contou com a participação de estudantes da Escola Secundária Marjory Stoneman Douglas, onde a carnificina aconteceu

Milhares de alunos, pais e moradores irritados exigiram leis mais rigorosas para a venda de armas em protesto neste sábado (17), após mais um tiroteio deixar 17 pessoas mortas em uma escola da Flórida nesta semana; ato ocorreu no centro de Fort Lauderdale e contou com a participação de estudantes da Escola Secundária Marjory Stoneman Douglas, onde a carnificina aconteceu
Milhares de alunos, pais e moradores irritados exigiram leis mais rigorosas para a venda de armas em protesto neste sábado (17), após mais um tiroteio deixar 17 pessoas mortas em uma escola da Flórida nesta semana; ato ocorreu no centro de Fort Lauderdale e contou com a participação de estudantes da Escola Secundária Marjory Stoneman Douglas, onde a carnificina aconteceu (Foto: Aquiles Lins)

Sputnik Brasil - Milhares de alunos, pais e moradores irritados exigiram leis mais rigorosas para a venda de armas em protesto neste sábado (17), após mais um tiroteio deixar 17 pessoas mortas em uma escola da Flórida nesta semana.

O ato ocorreu no centro de Fort Lauderdale e contou com a participação de estudantes da Escola Secundária Marjory Stoneman Douglas, onde a carnificina aconteceu.

Em frente a um tribunal federal, adolescentes discursaram e pediram uma revisão da legislação sobre armas do país.

A estudante Emma Gonzalez criticou os políticos que recebem contribuições da Associação Nacional de Rifles (NRA, na sigla em inglês).

"Eles dizem que um cara bom com uma arma pode parar um cara ruim com uma arma", ela disse, e a multidão respondeu em coro: "É besteira".

De acordo com o jornal Sun Sentinel, o Departamento de Crianças e Famílias da Flórida (DCF) investigou o principal suspeito do massacre, Nikolas Cruz, após ele publicar vídeo no Snapchat em que cortava a si mesmo. O DCF recebeu a informação de que Cruz tinha planos de comprar armas.

O órgão público, entretanto, concluiu que o possível assassino recebia atendimento adequado e não agiu.

As autoridades afirmam que Cruz matou 17 pessoas e deixou 14 feridos com um rifle AR-15.

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