Movimentos sociais rejeitam bloqueio dos EUA contra a Venezuela

Movimentos e organizações sociais da Venezuela continuam nesta segunda-feira (26) as ações de mobilização em repúdio às medidas coercitivas impostas pelo governo dos Estados Unidos

Venezuela, movimentos
Venezuela, movimentos (Foto: Prensa Latina)

247 - Movimentos e organizações sociais da Venezuela continuam nesta segunda-feira (26) as ações de mobilização em repúdio às medidas coercitivas impostas pelo governo dos Estados Unidos.  

Com uma marcha a pé e de bicicleta, os venezuelanos mais uma vez mostraram neste domingo sua rejeição ao decreto executivo assinado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que ordena o congelamento de bens e ativos da República Bolivariana na nação americana, além da proibição de transações comerciais e financeiras.  

A marcha, os participantes garantiram "não permitir que a ofensiva imperial que pretende derrubar a vontade do povo trunque o processo de liberdades alcançado até agora".  

Em todo o país foi realizada uma jornada de protesto pacífico contra o bloqueio imposto pelo governo Trump à Venezuela.  

No dia 10 de agosto, a campanha mundial 'No More Trump' (Trump não mais) começou com a coleta de assinaturas em repúdio ao bloqueio. 

As assinaturas serão entregues à Organização das Nações Unidas, por meio do seu secretário geral, António Guterres, a quem o povo venezuelano pede para se pronunciar contra as sanções do governo dos EUA.  

A coleta de assinaturas será concluída em 10 de setembro e conta com a participação de movimentos sociais e políticos de vários países.  

As restrições unilaterais e ilegais dos Estados Unidos, denunciadas pelas autoridades, afetam a economia venezuelana e o cotidiano da população.

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