Mujica: "aqui enxergamos a hipocrisia"

Em 2013, Uruguai ganhou as páginas do mundo todo ao legalizar o aborto, o casamento gay e a maconha; mesmo assim, presidente mantém simplicidade e rejeita o status de celebridade: “Eu não sou nada, sou um camponês com senso comum”; segundo ele, o país apenas respondeu à realidade: “Aplicamos um princípio muito simples: reconhecer os fatos” 

Em 2013, Uruguai ganhou as páginas do mundo todo ao legalizar o aborto, o casamento gay e a maconha; mesmo assim, presidente mantém simplicidade e rejeita o status de celebridade: “Eu não sou nada, sou um camponês com senso comum”; segundo ele, o país apenas respondeu à realidade: “Aplicamos um princípio muito simples: reconhecer os fatos” 
Em 2013, Uruguai ganhou as páginas do mundo todo ao legalizar o aborto, o casamento gay e a maconha; mesmo assim, presidente mantém simplicidade e rejeita o status de celebridade: “Eu não sou nada, sou um camponês com senso comum”; segundo ele, o país apenas respondeu à realidade: “Aplicamos um princípio muito simples: reconhecer os fatos”  (Foto: Roberta Namour)
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247 – Com um estilo de vida extremamente para simples para o um chefe de Estado, José (Pepe) Mujica ganhou as páginas do mundo todo ao legalizar, em um só ano, o aborto, o casamento gay e a maconha no Uruguai.

Em entrevista ao Globo, ele rejeita o status de celebridade: “Eu não sou nada, sou um camponês com senso comum”. Diz que o Uruguai apenas respondeu à realidade: “Aplicamos um princípio muito simples: reconhecer os fatos... Aqui enxergamos a hipocrisia”. Leia outros trechos:

Maconha
Não vai existir o turismo da maconha. A decisão tomada não tem nada a ver com esse mundo boêmio. É uma ferramenta de combate a um crime grave, o narcotráfico, é para proteger a sociedade.

Austeridade
Pretende ser um ato de protesto. Na república, ninguém é mais que ninguém, começando pelo governante.

Protestos
As sociedades não mudam por causa de grandes homens, mudam quando os protestos se organizam, têm disciplina e métodos de longo prazo. Temos de revalorizar o papel da política.

Copa
O futebol nos anos 50 estava mais equilibrado na região: agora é quase impossível para o Uruguai — um país de 3 milhões de pessoas — ganhar um campeonato do mundo. Mas ninguém pode nos proibir de sonhar.

Leia aqui na íntegra.

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