Na Argentina, Macri faz acordo com FMI para impor reforma trabalhista

O presidente da Argentina, Maurício Macri, deve impor uma reforma trabalhista na Argentina somente depois do período eleitoral; o mandatário sofre pressão de empresários que o apoiam; a reforma, assim como a previdenciária, seriam compromissos com o FMI, que pagará uma nova parcela do empréstimo concedido a Macri

(Foto: Macri se encontrará com Bolsonaro na próxima semana (Foto: REUTERS/Marcos Brindicci))

247 - O presidente Maurício Macri deve impor uma reforma trabalhista na Argentina somente depois do período eleitoral. O mandatário argentino sofre pressão de empresários que o apoiam. A reforma, assim como a previdenciária, seriam compromissos com o Fundo Monetário Internacional (FMI), que pagará uma nova parcela do empréstimo concedido a Macri nesta sexta-feira (12).

Nesta sexta-feira o país recebe uma quinta parcela dos 56 bilhões de dólares prometidos pelo FMI, completando 76% do total. A verba será de 5,4 bilhões.

O presidente foi alvo de uma das maiores greves gerais da história da Argentina no dia 30 de maio, com participação de 100% do setor de transporte.

No Brasil, a Reforma Trabalhista aprovada durante o governo Michel Temer fez apenas o empresariado cortar custos. Não se refletiu na geração de empregos. Atualmente, o País amarga uma taxa de desempregado de 12% - são 13 milhões de desempregados. 

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