"Não ficaremos aterrorizados", diz Obama sobre ataque na Califórnia

Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu neste sábado, 5, que investigações federais descobrirão o motivo que levou um casal da Califórnia a atirar e matar 14 pessoas, e pediu aos norte-americanos que fiquem unidos após os ataques; "Somos fortes. E somos resilientes. Não ficaremos aterrorizados", disse Obama; por meio de uma rádio online neste sábado, o terroristas do Estado Islâmico disseram que os dois eram seguidores do grupo militante islâmico 

Presidente Obama faz discurso sobre Irã na Casa Branca.   REUTERS/Mike Theiler
Presidente Obama faz discurso sobre Irã na Casa Branca. REUTERS/Mike Theiler (Foto: Aquiles Lins)
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Reuters - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu neste sábado que investigações federais descobrirão o motivo que levou um casal da Califórnia a atirar e matar 14 pessoas, e pediu aos norte-americanos que fiquem unidos após os ataques.

"Somos fortes. E somos resilientes. Não ficaremos aterrorizados", disse Obama.

Tashfeen Malik e Syed Rizwan Farook foram mortos em um tiroteio com a polícia após o ataque de quarta-feira durante uma festa em uma agência de serviços sociais, em San Bernardino, na Califórnia.

O Estado Islâmico afirmou por meio de uma rádio online, neste sábado, que dois seguidores do grupo militante islâmico realizaram o ataque que deixou 14 mortos na Califórnia. "Dois seguidores do Estado Islâmico atacaram há alguns dias um centro em San Bernadino na Califórnia", informou a emissão diária do grupo Al-Bayan.

O FBI está investigando o massacre como um "ato de terrorismo" após rumores de que Malik teria prometido lealdade a um líder do grupo militante Estado Islâmico. "É totalmente possível que estes dois atacantes fossem radicalizados para cometer este ato de terror", disse Obama. "E se forem, reforçaria uma ameaça na qual estamos focados por anos - o perigo de as pessoas sucumbirem a ideologias extremistas violentas."

Os norte-americanos já estavam sob tensão com os ataques do Estado Islâmico em Paris, que deixaram 130 mortos em 13 de novembro. Os Estados Unidos estão liderando uma coalizão internacional de combate ao grupo na Síria e no Iraque.

A nação foi paralisada pela cobertura dos ataques de San Bernardino. Obama, que já enfrenta críticas por sua estratégia na Síria, tem sido criticado por republicanos por inicialmente focar na questão do controle de armas após os ataques.

Obama tem se frustrado por sua incapacidade de convencer o Congresso a aprovar leis mais duras sobre armas, apesar da série de tiroteios trágicos ocorridos durante seu mandato.

A Constituição dos EUA garante o direito de possuir armas, tornando o assunto de reformas -com oposição do pesado lobby de armas- uma preocupação política.

 

 

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