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Nova Zelândia espionou brasileiro Roberto Azevêdo

Segundo o jornal "New Zeland Herald" e o site americano "The Intercept", brasileiro Roberto Azevêdo teve sua caixa de e-mail monitorada nas semanas que antecederam sua escolha para o cargo de diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), em maio de 2013

Segundo o jornal "New Zeland Herald" e o site americano "The Intercept", brasileiro Roberto Azevêdo teve sua caixa de e-mail monitorada nas semanas que antecederam sua escolha para o cargo de diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), em maio de 2013 (Foto: Roberta Namour)

247 - O diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), o brasileiro Roberto Azevêdo, foi alvo de espionagem do serviço de inteligência da Nova Zelândia (GCSB).

Segundo o jornal "New Zeland Herald" e o site americano "The Intercept", Azevêdo teve sua caixa de e-mail monitorada nas semanas que antecederam sua escolha para o cargo, em maio de 2013. 

Ele disputou vaga com Tim Groser, ministro do Comércio da Nova Zelândia.

Outros candidatos do México, do Quênia, de Gana, da Costa Rica, da Jordânia, da Coreia do Sul e da Indonésia, também teriam sido espionados.