Oliver Stone: Putin defende a lei mas é sempre apresentado como vilão

O diretor Oliver Stone comentou o lançamento do livro no Brasil com as transcrições das "Entrevistas com Putin", fruto de entrevistas com o presidente russo entre 2015 e 2017; para Stone, "é um ultraje a falta de cobertura justa, quanto mais respeitosa", por parte da imprensa americana e europeia, sobre Putin; "Vladimir Putin fala o tempo todo sobre respeitar a lei internacional, e ainda assim ele é apresentado como vilão. Isso precisa ser repensado. Isso não é teoria conspiratória, é fato conspiratório"

O diretor Oliver Stone comentou o lançamento do livro no Brasil com as transcrições das "Entrevistas com Putin", fruto de entrevistas com o presidente russo entre 2015 e 2017; para Stone, "é um ultraje a falta de cobertura justa, quanto mais respeitosa", por parte da imprensa americana e europeia, sobre Putin; "Vladimir Putin fala o tempo todo sobre respeitar a lei internacional, e ainda assim ele é apresentado como vilão. Isso precisa ser repensado. Isso não é teoria conspiratória, é fato conspiratório"
O diretor Oliver Stone comentou o lançamento do livro no Brasil com as transcrições das "Entrevistas com Putin", fruto de entrevistas com o presidente russo entre 2015 e 2017; para Stone, "é um ultraje a falta de cobertura justa, quanto mais respeitosa", por parte da imprensa americana e europeia, sobre Putin; "Vladimir Putin fala o tempo todo sobre respeitar a lei internacional, e ainda assim ele é apresentado como vilão. Isso precisa ser repensado. Isso não é teoria conspiratória, é fato conspiratório" (Foto: Aquiles Lins)
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247 - O diretor Oliver Stone, expoente máximo do cinema de teoria da conspiração, comentou o lançamento no Brasil em livro das transcrições das "Entrevistas com Putin".

"Vladimir Putin fala o tempo todo sobre respeitar a lei internacional, e ainda assim ele é apresentado como vilão. Isso precisa ser repensado. Isso não é teoria conspiratória, é fato conspiratório."

Elas foram realizadas de 2015 a 2017 e apresentadas em quatro capítulos pelo canal pago americano Showtime, e também no Festival do Rio. As 20 horas de conversas são mais fluidas num livro do que em 4 horas de TV, e trazem uma vantagem: o mar de notas fazendo a checagem de fatos e dados apresentados.

Para o diretor, "é um ultraje a falta de cobertura justa, quanto mais respeitosa", por parte da imprensa americana e europeia, sobre Putin.

As informações são da Folha de S. Paulo

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