OMS volta a denunciar desigualdade na distribuição de vacinas no mundo

Até agora, mais de 5,5 bilhões de doses de vacinas foram administradas no planeta, mas quase 80% delas em países de alta e média alta renda, diz diretor geral da OMS

Tedros Adhanom , diretor geral da OMS
Tedros Adhanom , diretor geral da OMS (Foto: REUTERS/Denis Balibouse)
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247 - A desigualdade na distribuição de vacinas para conter a Covid-19 ainda é uma tarefa pendente em nível global, disse o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus. 

"Até agora, mais de 5,5 bilhões de doses de vacinas foram administradas no planeta, mas quase 80% delas em países de alta e média alta renda", disse ele. 

A prioridade da OMS é garantir que 10% da população de cada país seja imunizada até o final de setembro, 40% até o final de 2021 e 70% até meados de 2022. 

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Ele reiterou a posição do organismo internacional de introduzir uma moratória à inoculação de doses de reforço até pelo menos o final deste ano. 

"Não queremos, que o uso de reforços para pessoas saudáveis se espalhe, enquanto tantos profissionais de saúde e pessoas dos grupos de risco ao redor do mundo ainda aguardam sua primeira dose", disse. 

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"A gritante desigualdade na distribuição global de vacinas é uma mancha em nossa consciência coletiva" enfatizou Tedros Adhanon.  

Recentemente, o diretor afirmou que quase 90% dos países de alta renda já alcançaram a meta de vacinar 10% de sua população e até mais de 70% ou 40%, mas nenhum dos países de baixa renda atingiu nenhum dos dois objetivos. 

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Não queremos mais promessas, queremos vacinas, disse o chefe da entidade mundial de saúde, denunciando que se fala muito em igualdade, mas muito poucas ações são tomadas, informa a Prensa Latina. 

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